MindBe aposta em interface de voz

Tecnologia permite o comando de um sistema por meio da fala, podendo evoluir para uma conversa completa e humanizada

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Vito Chiarella Neto, CEO da MindBe
Vito Chiarella Neto, CEO da MindBe

A MindBe está empenhada em projetos de implementação do VUI (Interface de Voz para Usuários), tecnologia que permite o comando de um sistema por meio de voz ou fala, podendo evoluir para uma conversa completa e humanizada, substituindo atendimentos automáticos de URA. Por meio do VUI, quando um consumidor faz a ligação, a interface de voz pergunta o que deseja e direciona para o objetivo final, evitando etapas desnecessárias. Por exemplo: se o usuário está com um problema com a fatura do cartão, por meio do comando de voz ele falará com o robô que resolverá o problema diretamente, de acordo com a jornada que foi desenhada e com disponibilidade de atendimento 24×7.

“Em nossos projetos de VUI, temos um alinhamento profundo com os clientes. Isso vai desde o entendimento dos objetivos de negócio, baseado em KPIS muito claros, até o desenho da persona e das jornadas no VUI”, explica Vito Chiarella Neto, CEO da MindBe. “O desenho de uma experiência de voz vai muito além da configuração de um robô, é um trabalho de muitas mãos e, principalmente, muitas cabeças, como linguistas, designers de experiência, desenvolvedores, entre outros.”

Segundo o executivo, a MindBe aprofunda-se no público da empresa e nas necessidades de cada cliente para, a partir daí, construir as interfaces digitais e realizar todo o Design Conversacional, ou seja, entender o que e como o cliente quer se comunicar neste canal e preparar o VUI para isso. “O VUI vem para substituir as URAs tradicionais, substituindo as vozes robóticas por interações humanas e inteligentes, gerando melhores resultados, maior satisfação do cliente e aproximando a marca”, afirma.

Por ser uma interface viva, o VUI precisa ser ensinado e adaptado constantemente, evoluindo de acordo com o comportamento do consumidor e até mesmo avançando para o entendimento de regionalismos e outras questões de linguagem. “Como em qualquer outra tecnologia, é essencial ter muito claro o propósito da sua implementação e, depois, continuar a sua evolução constante, acompanhando indicadores para atingir os resultados de negócio e uma experiência do cliente extraordinária”, finaliza Chiarella Neto.