O que mudou no comércio de alimentação?

Pesquisa revela que 81% dos estabelecimentos passaram a funcionar como delivery e vão manter a modalidade

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Paulo Roberto Esteves Grigorovski, diretor executivo de Marketing e Serviços ao Trabalhador da VR Benefícios
Paulo Roberto Esteves Grigorovski, diretor executivo de Marketing e Serviços ao Trabalhador da VR Benefícios

Uma pesquisa nacional encomendada pela VR Benefícios buscou entender como está o planejamento dos comerciantes da área de alimentação. Segundo o levantamento, realizado pelo Instituto Locomotiva, 81% dos estabelecimentos comerciais no Brasil passaram a fazer delivery durante a quarentena e vão manter esta modalidade terminada a pandemia. A pesquisa mostra ainda que 47% dos restaurantes, lanchonetes, padarias e mercados estabeleceram novos canais de venda a partir da pandemia, como forma de sobrevivência. O comércio pelo telefone foi o mais adotado, com 71% de adesão por parte dos comerciantes. Na sequência, vem o Whatsapp (63%), o e-commerce próprio (51%), as vendas online (42%) e os aplicativos de entrega (39%).

A pandemia acelerou também a implementação de meios de pagamento sem contato entre os estabelecimentos comerciais. Os que já adotavam a facilidade, e intensificaram seu uso no período, e os que inauguraram a modalidade somam 65%. Já as formas mais utilizadas são: aproximação de celular (83%), QR Code (69%), aplicativos no celular, como Google Pay ou Apple Pay (32%) e envio de link por pagamento (18%).

“O aumento do e-commerce é um movimento que vimos crescer fortemente nos últimos meses, principalmente nas plataformas de entrega de comida. E o uso cada vez maior do link de pagamento é uma tendência no setor de benefícios, tanto que a VR Benefícios foi a primeira a lançar este serviço para seus clientes”, explica Paulo Roberto Esteves Grigorovski, diretor executivo de Marketing e Serviços ao Trabalhador da VR Benefícios.

Em relação ao modelo, o self-service era oferecido por 59% dos restaurantes antes da crise sanitária, e, agora, somente 42% deles servem refeições desta forma. Em contrapartida, o serviço à la carte subiu de 43% para 54% nesta pandemia. Como medidas de proteção ao cliente, os estabelecimentos afirmam adotar: limpeza e desinfecção do ambiente (91%), disponibilidade de álcool em gel aos clientes (85%), ambiente mais aberto e ventilado (80%) e utilização de mais itens descartáveis (63%).