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São Paulo, Brasil - 29 de janeiro de 2022, 00:58

A semana que passou: Amazon no Brasil, Coca-Cola em cápsulas, e mais

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Vice-presidente da Amazon no Brasil, Alexandre Szapiro, segura um Kindle Paperwhite, aparelho que a empresa começa a vender e, assim, inaugura sua operação comercial de produtos físicos no país. (Foto: Divulgação/Amazon)
Vice-presidente da Amazon no Brasil, Alexandre Szapiro. Foto: Divulgação/Amazon

A varejista online americana Amazon começará a operar a venda de produtos físicos no Brasil, vendendo duas versões do leitor de livros digitais Kindle diretamente para o consumidor, com preços que variam entre 299 e 699 reais. “A gente está abrindo uma operação de varejo tradicional, como todo mundo conhece: com armazém, logística”, disse ao portal G1 Alexandre Szapiro, vice-presidente da Amazon no Brasil. Duas novidades: pré-registro —  consumidores que já tiverem conta na Amazon e comprarem um Kindle na loja on-line da empresa receberão o aparelho com todos seus dados e biblioteca de e-books já registrados nele — e lista de desejos, que, apesar de ser um bom indício de que a Amazon pode estar se preparando para aumentar o número de produtos físicos no Brasil, não foi comentado pela empresa.

Coca-cola em cápsulas? A empresa pagou US$ 1,25 bilhão por 10% de participação na Green Mountain, que produz máquinas e cápsulas para produção de bebidas quentes. As duas vão criar juntas cápsulas de bebidas, com e sem gás, como refrigerantes, chás e sucos, para serem vendidas no futuro. 

A Telecom Itália e a Vivendi estão cogitando fundir as subsidiárias brasileiras GVT e TIM, segundo notícia divulgada nesta semana. A iniciativa poderia ser apoiada pelos acionistas minoritários, que lutam para reduzir o poder da espanhola Telefônica no grupo italiano. 

Uma notícia importante que foi publicada esta semana foi que a Embraer receberá R$ 1,4 bi do BNDES para desenvolver de projetos de inovação tecnológica, envolvendo o desenvolvimento da aeronave executiva Legacy 500, de médio porte, e da segunda geração da família de jatos comerciais E-Jets.

De lá de fora, uma notícia interessante saiu no Mashable: a participação de Mark Zuckerberg no Facebook foi reduzida para pouco menos de 20%, 19,6% para ser preciso, de acordo com a comissão de valores mobiliários american, a SEC, na sexta-feira. Em dezembro, Zuckerberg vendeu 2,3 bilhões dólar no valor de Facebook, em grande parte, para pagar seus impostos das opções que ele exerceu. Zuckerberg prometeu em setembro de 2012 não vender quaisquer ações do Facebook, pelo menos, por um ano, uma medida que se destinava a mostrar a sua confiança na ação em uma época em que ela havia tido uma nova baixa. Poucos meses depois, ele na verdade aumentou a sua participação na empresa para 29,3% de 28,2 % no dia do IPO. O valor das ações da Facebook dobrou ao longo de 2013, impulsionado pelo otimismo renovado na capacidade da rede social fazer a mudança para mobile. Como resultado, o patrimônio líquido de Zuckerberg aumentou para US$ 12,4 bi naquele ano, mais do que qualquer outro executivo na área tech, com exceção de Bill Gates. A ação do Facebook subiu um pouco mais de 3% no pregão da manhã de sexta-feira em seguida à notícia.

Fontes: G1, Exame, Mashable

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