Afinal, house-agencies são tão ruins assim?



A questão me ocorreu por causa do último Search Insider. O autor do artigo, Dave Pasternak, já abre em grande estilo: o provocatívo título de “O grande (e completamente ridículo) debate sobre busca In-house vs terceirizada”. Apesar de listar uma série de (bons) motivos para a manutenção das soluções “caseiras” no processo de search marketing (inclusive más experiências com agências de SEM e a dificuldade em mensurar a performance), ele insiste que uma agência de Search Engine Marketing pode oferecer experiência profunda, conhecimento especializado e tecnologia estado-da-arte, ao contrário de uma “in-house”. Pode até ser, mas lá na gringolândia. Aqui, o que ele chama de “google-kool-aid” ainda é a coisa mais “avançada” de que dispomos. Com as devidas exceções, claro.

 

Mas a questão vai mais longe, quando se trata da minha experiência recente. Porque nas duas últimas vezes em que passei por empresas montei operações que poderiam se chamar de “house-agencies”: no Smiles, em 2002, e agora na Gradual. A idéia nunca foi substituir as agências, mas dar agilidade a certos processos, jobs mais simples e que são desprezados. Ou até, para os quais, não se costuma remunerar adequadamente uma agência realmente profissional. E você tem que contar com pequenos estúdios, nem sempre preparados para atender uma demanda mais sofisticada, ou com você mesmo.

 

Qual a opinião de vocês?