Anunciar ou não no Facebook, e outras questões cruciais

Marcas no Facebook: publicidade é opcional

A frase acima é minha tradução para o título de uma matéria do Advertising Age. Ela começa com a consideração de que um em cada cinco clicks nos EUA ocorre no Facebook. É natural que a maioria das marcas mantenha uma presença lá, cuidando com carinho da sua base de fãs. Mas será que eles precisam anunciar também? Essa questão é fundamental não apenas para as marcas mas também para os investidores, que avaliaram o valor do Facebook em mais de 105 bilhões de dólares e esperam retorno desse investimento. Um retorno que viria principalmente da consolidação da rede como uma plataforma publicitária. Leia a matéria completa, em inglês, aqui.

O que o Bruce Lee pode ensinar aos profissionais de mídias sociais?

Segundo o especialista Jesse Stanchak, você não pode construir uma estratégia de mídias sociais simplesmente ligando os pontos. Se houvesse uma receita, ela já estaria publicada. A resposta, segundo ele, é que não há resposta. A questão é fazer a coisa certa quando a situação aparece. E ele lembra o que Bruce Lee falava: artes marciais em sua melhor forma é como gelo dissolvendo na água, infinitamente adaptável e flexível. Traduzindo, grades presenças sociais são sempre adaptativas. Existe um plano – e aí as regras são quebradas. Não devemos nos preocupar com as melhores práticas, apenas com os resultados. Leia o post, em inglês, no SmartBlog.

Varejistas obtêm vendas mais altas com o Pinterest

Os usuários do Pinterest não apenas compram os produtos que colocam, “pin”, em seus painéis virtuais como gastam em média mais do que os usuários do Facebook, segundo dados recentes da Shopify. A rede já é atualmente a terceira maior fonte de indicações dos sites parceiros da Shopify, depois do Facebook e quase empatado com o Twitter. Leia a matéria, em inglês, com infográficos, no site da Fast Company.

Jovens norte-americanos trocam carros por transporte alternativo

Os jovens norte-americanos estão dirigindo menos. Este é o resultado de uma pesquisa apresentada pelo Frontier Group, em abril deste ano. O estudo mostra que a busca por licenças para dirigir foram reduzidas, enquanto a quantidade de pessoas utilizando formas alternativas de transporte, como a bicicleta, aumentou. O período utilizado como referência para a produção do documento vai de 2001 a 2010. Durante os oito primeiros anos deste intervalo de tempo a distância percorrida de carro por jovens de 16 a 34 anos sofreu redução de 23%. Em contrapartida, no mesmo período o uso da bicicleta aumentou 24%, as caminhadas 16% e o uso de ônibus 40%. Leia a matéria completa no Ciclo Vivo.