As testemunhas da qualidade

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Olá,


 


 


Esta semana li inúmeros artigos, dos temas mais variados, da crise à sustentabilidade e vi que, em todos eles, sem exceção, discorria-se sobre a importância da qualidade de produtos ou serviços para o sucesso dos negócios.


 


Nos discursos dos grandes líderes, podem reparar, sempre aparece a tal qualidade. É uma palavra bonita, que significa algo do bem, mas que gera efeitos diferentes em cada pessoa, conforme o seu grau de conhecimento ou experiência com aquilo que está sendo exposto.


 


Falar sobre qualidade requer bom senso, uso da medida justa, sem exageros ou distorções e sem medo de assumir o que precisa ser melhorado, até porque em qualquer grupo de leitores ou ouvintes, sempre há alguma testemunha pronta para contestar algo.


 


Essas testemunhas, a quem chamo de “testemunhas da qualidade”, estão divididas basicamente em três grupos.


 


O primeiro deles é óbvio, que é o grupo dos clientes. São eles que fazem uma empresa atingir seus resultados. Sem clientes, não há produto!


 


O segundo grupo, cada vez melhor observado e tratado pelas empresas, é a comunidade ou a sociedade na qual a empresa está inserida e que, independentemente do consumo de seus produtos, enxerga um papel social responsável ou não da sua parte.


 


Por fim, o terceiro grupo, e que ainda vejo algumas empresas ignorando o seu potencial para “levantar” ou “derrubar” imagens e marcas, de maneira silenciosa e no boca a boca, e que está mais próximo do centro da questão do que todos os outros, que é grupo dos funcionários da empresa.


 


O primeiro grupo sabe o que é bom ou ruim pelo uso de algo, por uma comparação entre o valor pago e o serviço recebido, o segundo pelo que percebe de responsabilidade na atuação da empresa, mas o terceiro sabe como as coisas acontecem dentro da empresa e levam isso para fora.


 


Sabe o que considero pior do que o seu cliente falando mal de seu produto ou serviço? É o seu funcionário falando mal ou não acreditando naquilo que a empresa faz.


 


Os funcionários precisam ser tratados com um olhar especial, porque eles tem grande poder de contribuição internamente e externamente. Só que, se essa contribuição vai colaborar ou prejudicar a evolução dos negócios, cabe à própria empresa decidir, de acordo com sua política de recursos humanos e dos valores que pratica internamente.


 


Para esses grupos vale a realidade percebida. Discursos não iludem!


 


 


Abraço,


Vladimir

1 COMENTÁRIO

  1. Vladimir, concordo contigo! O pior de tudo é perceber que alguns líderes são enganados por si mesmo, achando que seus funcionários acreditam em suas palavras qdo suas ações vão em direções opostas….

    Parabéns pelos artigos.

    Forte abraço !

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