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Engenheiro brasileiro cria rede social pós-Snowden, e mais

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Engenheiro brasileiro cria rede social pós-Snowden 

Internet das coisas desafia criatividade e bom senso de profissionais de marketing. Leia abaixo

O engenheiro carioca Miguel Freitas diz que vê as redes sociais como uma força poderosa para a promoção da democracia – desde que os governos não interfiram. Depois que a vigilância das redes sociais dos EUA foi revelada por Edward Snowden, Freitas projetou uma rede social, Twister, que utiliza uma infraestrutura descentralizada e criptografia de alto nível para frustrar os esforços de vigilância e repressão dos governos. “A possibilidade de uma única entidade ser capaz de controlar esse importante fluxo de informações não fazia sentido para mim”, diz ele. Freitas conta que quando os protestos políticos em massa saíram às ruas no Brasil em junho, ele fez o que muitos outros fizeram: seguiu as notícias no Twitter. As mensagens no microblogging revelaram informações que ele não poderia obter em qualquer outro lugar, inclusive na mídia. “A mídia brasileira é altamente concentrada”, comenta. “Eu pude ter acesso a notícias que um monte de amigos nunca ouviu falar.” Ele acredita que o Twitter teve um papel importante na promoção da democracia, organizando protestos em lugares como o Brasil e o Oriente Médio – e é por isso que ele ficou tão preocupado quando o ex-funcionário Agência de Segurança Nacional Edward Snowden vazou detalhes sobre a vigilância maciça do governo dos EUA sobre o tráfego de internet e nas redes sociais. Quase imediatamente, Freitas começou a construir uma alternativa mais segura e robusta para o Twitter, fazendo uso de código de outros dois projetos de enorme sucesso online: bitcoin e BitTorrent. É uma rede social descentralizada que, em teoria, não pode ser desligada por qualquer entidade. Além do mais, o Twister é projetado para impedir que outros usuários saibam que você está online, o seu endereço IP, ou quem você segue. Mensagens públicas podem ser postadas, como via Twitter, mas quando você enviar mensagens diretas e privadas para outras pessoas, elas estarão protegidos com o mesmo esquema de criptografia usado por LavaBit, o provedor de e-mail usado por Edward Snowden. Fonte: Wired (via Portal Abemd)

Facebook adquire startup de conversas e compartilhamento

O Facebook comprou a Branch Media, startup por trás da plataforma Branch e do serviço de compartilhamento Potluck. O comunicado foi divulgado por Josh Miller, CEO da empresa, nesta segunda-feira 19. O valor da compra não foi divulgado, mas especula-se que tenha sido algo em torno de US$ 15 milhões. A equipe vai começar a trabalhar em um novo “Grupo de Conversa” para a rede social de Mark Zuckerberg, e deve inserir produtos parecidos com o Branch, cujo intuito é ajudar indivíduos a conectarem-se a partir de interesses em comum. Tanto o Branch quanto o Potluck permanecem fora do Facebook, afirma o CEO. A startup tem entre seus investidores os cofundadores do Twitter, Biz Stone e Ev Williams. Durante o ano passado, o Facebook adotou funcionalidades populares do microblog, como os TrendingTopics, perfis verificados e hashtags. ProXXIma (Com informações do Fast Company)

Showrooming diminui como ameaça às vendas nas lojas, afirma estudo

A porcentagem de compras online provenientes de compradores que primeiro verificaram as mercadorias na loja, também chamado de showrooming, caiu de 50% em 2012 para 30% no ano passado, de acordo com um estudo da IBM divulgado ontem, 13/1, no Retail´s Big Show, como é conhecida a conferência da National Retail Federation. A tendência mudou porque os varejistas esforçaram-se para fazer com que a experiência na loja fosse única e integraram de forma mais efetiva os seus canais de compras físicas e digitais, disse Jill Puleri, líder da IBM Retail Consulting. Fonte: CNBC (via Portal Abemd)

Eletrodomésticos estão ficando mais inteligentes, mas é preciso que o marketing também

À medida que os eletrodomésticos vão ficando cada vez mais inteligentes, o marketing das empresas precisa seguir na mesma direção. Mas precisam entrar com cuidado nessa arena, de preferência aumentando a relevância de suas mensagens. Uma série de marcas como a General Electric, Dacor e Samsung introduziram recentemente novos aparelhos no mercado que se conectam com smartphones e tablets. Isso significa que quando o consumidor estiver ligando uma máquina de lavar roupas por meio de um aplicativo de smartphone, uma empresa pode, teoricamente, enviar uma mensagem sobre o seu sabão em pó, por exemplo. “As marcas precisam ter muito cuidado ao surpreender os consumidores, pois eles não estão acostumados a receber mensagens promocionais em suas cozinhas”, disse David Chang, diretor e vice-presidente sênior do Grupo Acquity da Accenture Interactive, Chicago. “Eu acho que há oportunidades interessantes para fornecer conteúdo de marca e contextual, como receitas ou instruções especiais de lavagem para um tipo específico de tecido. No entanto, é importante lembrar que os aparelhos são peças caras de mobília que melhoram o design de sua casa e muita gente não vai querer que suas geladeiras Subzero passem a piscar como a Times Square”, disse ele. “Além disso, muitos pais vão estar sensíveis à publicidade que os seus filhos ficarão expostos”.

Jonathan Collins, principal analista da ABI Research, em Nova York, acredita que o potencial de aparelhos inteligentes está realmente em capacitar o fabricante de eletrodomésticos a se comunicar com os consumidores. “O potencial de marketing vai resultar do relacionamento mais próximo e contínuo entre o proprietário do dispositivo e o fornecedor”, disse Collins. As informações sobre o aparelho, seu funcionamento e seu uso podem ser usadas para conduzir serviços de assistência técnica proativos, vendas adicionais de dispositivos afins, integração com outros dispositivos e serviços. “Não é tanto sobre o envio de mensagens por meio de um forno inteligente, mas permitir comunicações relacionadas com a forma como o forno é utilizado e garantir seu uso continuado”.

Fonte: MobileMarketer  (via Portal Abemd)

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O engenheiro carioca Miguel Freitas diz que vê as redes sociais como uma força poderosa para a promoção da democracia – desde que os governos não interfiram. Depois que a vigilância das redes sociais dos EUA foi revelada por Edward Snowden, Freitas projetou uma rede social, Twister, que utiliza uma infraestrutura descentralizada e criptografia de alto nível para frustrar os esforços de vigilância e repressão dos governos. “A possibilidade de uma única entidade ser capaz de controlar esse importante fluxo de informações não fazia sentido para mim”, diz ele. Freitas conta que quando os protestos políticos em massa saíram às ruas no Brasil em junho, ele fez o que muitos outros fizeram: seguiu as notícias no Twitter. As mensagens no microblogging revelaram informações que ele não poderia obter em qualquer outro lugar, inclusive na mídia. “A mídia brasileira é altamente concentrada”, comenta. “Eu pude ter acesso a notícias que um monte de amigos nunca ouviu falar.” Ele acredita que o Twitter teve um papel importante na promoção da democracia, organizando protestos em lugares como o Brasil e o Oriente Médio – e é por isso que ele ficou tão preocupado quando o ex-funcionário Agência de Segurança Nacional Edward Snowden vazou detalhes sobre a vigilância maciça do governo dos EUA sobre o tráfego de internet e nas redes sociais. Quase imediatamente, Freitas começou a construir uma alternativa mais segura e robusta para o Twitter, fazendo uso de código de outros dois projetos de enorme sucesso online: bitcoin e BitTorrent. É uma rede social descentralizada que, em teoria, não pode ser desligada por qualquer entidade. Além do mais, o Twister é projetado para impedir que outros usuários saibam que você está online, o seu endereço IP, ou quem você segue. Mensagens públicas podem ser postadas, como via Twitter, mas quando você enviar mensagens diretas e privadas para outras pessoas, elas estarão protegidos com o mesmo esquema de criptografia usado por LavaBit, o provedor de e-mail usado por Edward Snowden. Fonte: Wired (via Portal Abemd)

Facebook adquire startup de conversas e compartilhamento

O Facebook comprou a Branch Media, startup por trás da plataforma Branch e do serviço de compartilhamento Potluck. O comunicado foi divulgado por Josh Miller, CEO da empresa, nesta segunda-feira 19. O valor da compra não foi divulgado, mas especula-se que tenha sido algo em torno de US$ 15 milhões. A equipe vai começar a trabalhar em um novo “Grupo de Conversa” para a rede social de Mark Zuckerberg, e deve inserir produtos parecidos com o Branch, cujo intuito é ajudar indivíduos a conectarem-se a partir de interesses em comum. Tanto o Branch quanto o Potluck permanecem fora do Facebook, afirma o CEO. A startup tem entre seus investidores os cofundadores do Twitter, Biz Stone e Ev Williams. Durante o ano passado, o Facebook adotou funcionalidades populares do microblog, como os TrendingTopics, perfis verificados e hashtags. ProXXIma (Com informações do Fast Company)

Showrooming diminui como ameaça às vendas nas lojas, afirma estudo

A porcentagem de compras online provenientes de compradores que primeiro verificaram as mercadorias na loja, também chamado de showrooming, caiu de 50% em 2012 para 30% no ano passado, de acordo com um estudo da IBM divulgado ontem, 13/1, no Retail´s Big Show, como é conhecida a conferência da National Retail Federation. A tendência mudou porque os varejistas esforçaram-se para fazer com que a experiência na loja fosse única e integraram de forma mais efetiva os seus canais de compras físicas e digitais, disse Jill Puleri, líder da IBM Retail Consulting. Fonte: CNBC (via Portal Abemd)

Eletrodomésticos estão ficando mais inteligentes, mas é preciso que o marketing também

À medida que os eletrodomésticos vão ficando cada vez mais inteligentes, o marketing das empresas precisa seguir na mesma direção. Mas precisam entrar com cuidado nessa arena, de preferência aumentando a relevância de suas mensagens. Uma série de marcas como a General Electric, Dacor e Samsung introduziram recentemente novos aparelhos no mercado que se conectam com smartphones e tablets. Isso significa que quando o consumidor estiver ligando uma máquina de lavar roupas por meio de um aplicativo de smartphone, uma empresa pode, teoricamente, enviar uma mensagem sobre o seu sabão em pó, por exemplo. “As marcas precisam ter muito cuidado ao surpreender os consumidores, pois eles não estão acostumados a receber mensagens promocionais em suas cozinhas”, disse David Chang, diretor e vice-presidente sênior do Grupo Acquity da Accenture Interactive, Chicago. “Eu acho que há oportunidades interessantes para fornecer conteúdo de marca e contextual, como receitas ou instruções especiais de lavagem para um tipo específico de tecido. No entanto, é importante lembrar que os aparelhos são peças caras de mobília que melhoram o design de sua casa e muita gente não vai querer que suas geladeiras Subzero passem a piscar como a Times Square”, disse ele. “Além disso, muitos pais vão estar sensíveis à publicidade que os seus filhos ficarão expostos”.

Jonathan Collins, principal analista da ABI Research, em Nova York, acredita que o potencial de aparelhos inteligentes está realmente em capacitar o fabricante de eletrodomésticos a se comunicar com os consumidores. “O potencial de marketing vai resultar do relacionamento mais próximo e contínuo entre o proprietário do dispositivo e o fornecedor”, disse Collins. As informações sobre o aparelho, seu funcionamento e seu uso podem ser usadas para conduzir serviços de assistência técnica proativos, vendas adicionais de dispositivos afins, integração com outros dispositivos e serviços. “Não é tanto sobre o envio de mensagens por meio de um forno inteligente, mas permitir comunicações relacionadas com a forma como o forno é utilizado e garantir seu uso continuado”.

Fonte: MobileMarketer  (via Portal Abemd)

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