Internet das Coisas: vem ai uma onda de novas oportunidades de negócios?

Resultado de imagemEstudo do BNDES estima que essas tecnologias poderão gerar no Brasil entre U$ 50 e U$ 200 bilhões por ano, até 2025
Na visão de Flávio Stecca, CTO da Movile, isso é indiscutível. Ele lembra que em 2014 o Google comprou a empresa de termostatos conectados à internet Nest por US$ 3.2 bilhões e a Amazon lançou a caixa de som inteligente Echo. Foi então que começamos a ouvir uma expressão até então restrita aos laboratórios do Vale do Silício: a ´internet das coisas´. Era uma forma de designar toda uma geração de dispositivos ligados à internet, de uma geladeira que avisa quando falta leite ao chaveiro que emite sinais de localização para ajudar seu ´dono´ que perdeu as chaves. “Apesar da ´Internet of Things´ (IoT) ter nascido com foco nos aparelhos de uso doméstico, essa revolução já derrubou as paredes das casas inteligentes e está se espalhando rapidamente por todas as áreas de negócios”, alerta Flavio. “As possibilidades que a internet das coisas abre são gigantescas e animadoras!”, diz ele. Inclusive no Brasil. Um estudo contratado pelo BNDES para embasar o Plano Nacional da Internet das Coisas, estima que essas tecnologias poderão gerar entre U$ 50 e U$ 200 bilhões por ano, até 2025. Há diversas áreas em que a IoT será disruptiva para as empresas. Vai melhorar o processo de tomada de decisões, que passará a ser mais baseada em dados objetivos ´colhidos´ pelos próprios produtos, desde a sua elaboração na linha de montagem até à forma com que seus consumidores os utilizam. Isso terá impacto direto também na melhoria da gestão das empresas, reduzindo custos operacionais e otimizando os gastos. “Quais empresas vão conseguir fazer isso bem e surfar essa onda de oportunidades?”, provoca Flavio. 

Android Pay chega ao Brasil para substituir cartões de banco convencionais
O Android Pay, serviço de pagamentos móveis do sistema do Google, foi finalmente lançado no Brasil nesta terça-feira (14). Com a ferramenta, os usuários podem manter, de forma segura, seus cartões armazenados em um aplicativo e finalizar suas compras por meio da aproximação de um celular com conexão NFC à maquininha. A vantagem está no fim da exigência de levar seus cartões de banco para todo lugar. Para usar o Android Pay , basta baixar o aplicativo da plataforma na loja do Google Play em um dispositivo com o Android KitKat 4.4 ou superior. Em seguida, adicione seus cartões de crédito de bancos credenciados, como Banco do Brasil, Caixa, Neon, Brasil Pré-pago e Porto Seguro Cartões, que tenham a bandeira Visa. De acordo com o Google, cartões Mastercard deverão receber o suporte à plataforma em breve. Fonte: iGTecnologia&Games

Vazamento de dados é principal falha de 65,8% dos aplicativos web, diz pesquisa
Apesar dos investimentos em segurança de dados se mostrarem cruciais para as empresas, como evidenciado pelos recentes cibertaques que sequestraram informações confidenciais de usuários ao redor mundo, as aplicações não são mais seguras hoje do que eram há uma década. É o que revela estudo produzido pela Veracode, líder mundial em segurança de softwares e recentemente adquirida pela CA Technologies, com 1.400 empresas avaliadas. Pelo menos uma falha foi encontrada nos testes iniciais de 77% dos apps analisados na pesquisa e 25% dos sites contém pelo menos uma vulnerabilidade grave. O estudo mostrou também que houve uma redução no índice de falhas em nove, das dez principais, vulnerabilidades dos aplicativos. No entanto, os números ainda devem preocupar companhias que utilizam algum serviço baseado em apps. A pesquisa identificou que 12% de todas as aplicações analisadas tinham ao menos uma falha grave. Entre as dez principais falhas registradas, a primeira está relacionada a um dos maiores medos das corporações: proteção de dados. Além disso, a queda no percentual das principais falhas não é resultado de uma melhora nos apps e nem deve ser tido como resultado de uma maior adoção de testes de código no processo de desenvolvimento. “Os dados mostram que houve, na verdade, uma pulverização das falhas, com o aumento de outros tipos de problemas na produção dos apps”, comentou Densyson Machado, vice-presidente de segurança para América Latina na CA Technologies.