Mala direta continua muito viva. Especialista aponta 13 razões disso

Em 2016, houve um crescimento de 43% nas respostas a malas para clientes e 190% para prospects 
About Neil PatelNeil Patel é um dos mais reconhecidos profissionais de marketing digital do mundo. Esta semana, ele surpreendeu muita gente, ao se revelar um fã da velha e boa mala direta. O artigo dele em seu blog começa com uma provocação: “Você já se perguntou se ainda vale a pena dedicar tempo à mala direta?” E segue nessa direção: “Em nosso mundo onde tudo é digital, mala direta parece velho e chato.(…) mas é ainda uma excelente maneira de atingir sua audiência, prender sua atençao e conectar-se com eles em um nível pessoal.” Natel cita dados de 2016, relatados pela DMA, que mostram um crescimento de 43% nas taxas de retorno de malas diretas enviadas para clientes e fantásticos 190%, nas malas para prospects. E cita 13 razões que provam que a mala direta não está morta. 1. É um meio com alto ROI (a mediana é de 29%, abaixo apenas de email e mídias sociais, à frente de busca paga e bem à frente de anúncios display, como banners e pop-ups); 2. Funciona fantasticamente junto com uma estratégia de marketing digital; 3. pode ser usada de forma segmentada de formas que você sequer imagina (converse com os Correios e outros fornecedores); 4. é rastreável; 5. está se tornando menos comum, oferecendo uma chance maior de sua peça se destacar; 6. ganhou uma aura de romantismo; 7. é tangível; 8. não divide a atenção com outras mensagens; 9. aumenta a consciência de marca; 10. atinge todas as faixas etárias; 11. pode ser muito criativa;12. é multissensorial; 13. é memorável. Fonte: Blog do Neil Patel

Estudo: dados do Facebook podem ajudar em decisões de vendas
Usar algoritmos para analisar as interações de uma marca no Facebook  pode produzir melhores previsões de vendas, de acordo com uma pesquisa conduzida por Antonio Moreno, da Kellogg School of Management. O estudo concentrou-se em um varejista online de roupas, usando dados do primeiro semestre de 2013. A hipótese foi de que até agora as marcas usaram a informação sobre “likes” e comentários para formatar a estratégia de marketing de mídias sociais, mas isso começa a mudar, com esses dados sendo usados para embasar decisões operacionais, como quantos pares de jeans produzir ou baixar determnados preços. No estudo, ao se incorporar as interações nos modelos preditivos, as compras das semanas seguintes passaram a ser estimadas mais acuradamente. O estudo, no entanto, não chegou a avançar no por que isso ocorre. O Prof. Moreno especula que os dados podem refletir quanta atenção os consumdores estao prestando em relação à marca, e também se está havendo boca a boca positiva ou negativa. Fonte: Kellogg/Northwestern

Pesquisa: desejo de ver e sentir os alimentos continua a afastar compradores online
Mercearias online estão na ordem do dia. Amazon, Walmart, Target, assim como redes de supermercados tradicionais, como a Safeway, estão investindo em soluções para pedidos e entregas online. Eles esperam assim competir melhor para que mais consumidores migrem das compras nas lojas para fazerem pedidos via telefones e computadore. A startup Instacart, de San Francisco, acaba de levantar mais de 700 milhões de dólares, um valor alto mas justificado pelas previsões de que os consumidores vão gastar mais de US$ 100 bilhões por ano em compras online de alimentos em 2025 apenas nos EUA. Mas há um enorme obstáculo pela frente: as pessoas continuam preferindo escolher fisicamente esse tipo de produto. Uma pesquisa da Morgan Stanleu descobriu que cerca de 84% dos compradores citaram essa razão quando decidem não comprar mantimentos online, um número que não mudou desde o ano passado. Fonte: Quartz