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O VALOR DA EXPERIENCIA

Ola amigos, depois de um tempo afastado estou retornando!

Para recomeçar vamos a um novo “causo”
Um empresario depois de muito chamar empresas para consertar seu sistema operacional e não ser atendido, quando ja estava quase desistindo encontrou um amigo, que lhe recomendou o sr Joao
No mesmo momento chamou o Sr. Joao para acudi-lo
Quando o sr. Joao chegou, o empresário logo pensou, mais um que vai vir e nada de resolver
Passados 15 minutos, o problema estava resolvido
Na mesma hora o empresário perguntou ao Sr. Joao, o que aconteceu e como ele arrumou tão rápido um problema que muitos outros falharam?
O Sr. Joao com toda a humildade lhe disse: Apenas apertei este parafuso!
Então o empresário lhe perguntou: Quanto lhe devo?
Sr. Joao – R$ 1.000,00
Empresario – R$ 1.000,00 so para apertar 1 parafuso?
Sr. Joao – Nao meu senhor para apertar o parafuso cobrei R$ 1,00, 
 R$ 999,00 foi por saber qual o parafuso apertar!
Hoje, após quase 150 Treinamentos com equipes de vendas das mais variadas empresas, quase sempre com jovens profissionais, tenho visto a importância de compartilharmos nossas experiências e vivências com os mais jovens.
So quem percorreu o caminho pode ajudar que começou a percorre-lo!
Em todas as empresas encontro profissionais com enorme potencial para fazer esta função – AJUDAR 
e que infelizmente não são reconhecidos.
Se voce empresario olhar para dentro de sua empresa encontrara vários Sr. Joao, 
Meu conselho – Reconheça-os e Valorize-os
Um grande abraço a todos e prometo não ficar muito tempo longe
O mundo e um mar de oportunidades, mas você precisa saber nadar
MZ Mazza Consultoria e Capacitacoes
Site www.mfmazza.com
twitter @mfmazza
facebook @consultoriamazza

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O valor da experiência

Cerca de 38% dos empregados norte-americanos têm idade superior a 45 anos, como apontam pesquisas da consultoria global de Recursos Humanos Manpower. No Brasil, outra pesquisa, essa da PriceWaterhouseCoopers (PwC), aponta que os profissionais nessa faixa etária não passam de 24% da força de trabalho, número que deve crescer nos próximos anos, isso se as empresas finalmente superarem os preconceitos contra trabalhadores mais velhos.
Segundo Luciana Tegon, sócia diretora da consultoria Tegon, empresa especializada em processos de atração e seleção de profissionais, muitas empresas não estão preparadas para lidar com profissionais mais velhos, que exigem estratégias de adaptação diferenciadas. “Se até os 45 anos o profissional não alcançou um cargo de liderança, o que é algo muito comum, ele terá chances de trabalho inicialmente no mesmo nível onde já atuava, mas a possibilidade de uma promoção dependerá de sua performance”, comenta.
Para ela, um problema recorrente, que é a adaptação do funcionário mais velho a um chefe mais novo, está ligado ao perfil comportamental da pessoa e não à sua idade. “Muitas empresas temem que um profissional mais maduro não respeite um chefe mais novo, mas o problema aí é a atitude comportamental tanto do empregado mais velho, quanto do chefe mais novo. Se estas pessoas tiverem perfis adequados para o trabalho em equipe, esse tipo de problema não acontecerá”, assinala Luciana.
Outro aspecto que assusta as empresas está ligado a eventuais problemas de saúde que profissionais mais velhos podem vir a apresentar. Segundo a diretora da consultoria Tegon este é um receio comum, mas as empresas precisam observar a performance de cada indivíduo antes de emitir um julgamento. “Há profissionais mais jovens que estão o tempo todo na empresa, mas que estão desinteressados sobre o que se passa no seu entorno, mostrando-se acomodados no trabalho. Ao passo que há profissionais com 50 anos ou mais que embora eventualmente possam ir ao médico, estão motivados, têm mais experiência e conhecimento e são muito mais produtivos”, desafia.
VANTAGENS
Entre as principais vantagens para uma empresa contratar profissionais mais velhos, Luciana assinala que, em regra, são profissionais já estabelecidos na vida, com filhos grandes, ou seja, com mais disponibilidade e possibilidade de dedicação. “Outra vantagem é que estes profissionais têm mais maturidade corporativa, lidam com problemas de forma mais sensata, pois já dominam o equilíbrio de suas emoções. Normalmente contribuem muito com suas experiências e acabam sendo ´conselheiros´ dos mais jovens da equipe”, pontua Luciana.
Para a diretora da Tegon, com o nível de desemprego no Brasil em 5%, as empresas precisarão ampliar o leque de possibilidades de atração para preencher as vagas, o que pressupõe olhar mais para profissionais com mais idade. “Entretanto, a questão da qualificação é um fator que deve ser tratado com atenção, já que há um déficit grande de profissionais com idioma inglês e com cursos e especializações na área em que atuam”, conclui.

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