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Por onde andam os candidatos à call center?

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Dificuldades em
atrair candidatos, pouco interesse no momento da convocação, grande número de
faltas nos agendamentos para as etapas de seleção, alta ocorrência de
desistências ao longo do processo desde na primeira entrevista até a entrega de
documentos, por fim, uma série de empecilhos fazem parte da batalha árdua do
cotidiano de profissionais de RH que atuam na busca de candidatos para áreas de
call center.

Atualmente nos
deparamos com um cenário de oportunidades na área de atendimento discrepante,
relacionando-se ao número de candidatos disponíveis. Vivemos em uma fase de
difícil captação de candidatos mediante ao perfil exigido pelas empresas e
aceitação por parte dos mesmos.

Diversos fatores
impactam para que o mercado de trabalho se apresente nessa carência de
profissionais, como o fato de diversas oportunidades em aberto de maneira geral
sem atrativos diferenciados para os candidatos, ou seja, diversas empresas com
grande volume de contratação, devido ao alto turnover  da área, possuem de maneira contínua vagas em
aberto, alguns candidatos têm como linha de pensamento que podem recusar hoje uma
proposta que no mês que vem terá uma nova oportunidade disponível.

Outro fator que
interfere na escassez em que nos encontramos, trata-se do conceito, que a
profissão da área de Telemarketing atingiu grande parte da sociedade, o
paradigma que foi criado a respeito da atuação,  que acaba sendo vista para muitos como um
“trampolim” para se atingir à uma outra área, algo passageiro e de um curto
espaço de tempo, o que não instiga em muitos candidatos o anseio pelas
oportunidades em questão, principalmente pela falta de perspectivas em muitas empresas
e limitada visão na gestão de pessoas.

A remuneração assume
um papel de fundamental importância para atração de profissionais, um salário compatível com os
requisitos da função e o comissionamento pelos resultados, interfere na busca
que os candidatos têm como prioridade, o salário base do profissional precisa
ser suficiente para motivá-lo e mantê-lo comprometido, e a promessa de
remuneração no momento da seleção precisa ser cumprido, inclusive questões de
comissões e bonificações, principalmente em áreas de retenção e vendas a
comissão se apresenta como um combustível para que o colaborador se motive e se
dedique superando as expectativas.

Haja visto a falta de
profissionais no mercado, as empresas contratantes têm como desafio traçar
estratégias de desenvolvimento profissional, realizar a adesão a uma nova
política de requisitos, na busca de aspectos necessários para que o candidatos
possa ser considerado um perfil potencial, na flexibilização de algumas
exigências que antes eram prioritárias e que hoje não compete ao nosso atual
momento. Para que assim a escassez de candidatos não afete no objetivo e metas
determinadas pelas organizações, conseguindo assim cumprir seus prazos e
resultados esperados.

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