Produtos + serviços. Essa é a tendência que a CES 2012 indicou para o consumo tecnológico

Por José Luiz Toledo Kencis, CEO da JTI

Las Vegas é chamada por muita gente de “disneylândia para adultos”. Cassinos, hotéis temáticos, shows e peças teatrais, a gente encontra de tudo por lá. Todo ano, em janeiro, essa Disneylândia adulta ganha mais uma atração: a Consumer Electronic Show, uma mostra do que há de mais avançado, e até do que ainda não foi lançado, em termos de produtos tecnológicos para consumo. A maior parte dos produtos que envolvem tecnologia foram lançados lá: o vídeo cassette, em 1970, as câmeras portáteis e o CD player, em 1981, o HDTV, em 1998, o Blu-ray, em 2004, são alguns do lançamentos da CES.

Se é verdade que a edição 2012 não apresentou nenhum breakthrough espetacular, é verdade também que mostrou alguns caminhos que se consolidaram firmemente e para os quais vale a pena estar atento. Refiro-me particularmente à tendência de que os produtos passaram a agregar serviços em seu packaging, uma tendência que vem se desenhando desde o final do século passado, mas que a tecnologia atualmente disponível finalmente está permitindo consolidar.

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