Publicidade em jogos está decolando; eis os formatos de anúncio disponíveis

Relatório da eMarketer sobre o tema foi publicado recentemente

Experimente fazer uma viagem de metrô e não ver ninguém jogando no celular. O contrário é mais provável: todo mundo no vagão de olho no celular, tentando passar de nível. Com toda essa ubiquidade, não é aconselhável um anunciante desprezar esse meio. Isso vale tanto para os chamados jogos casuais quanto para os mais complexos que encontraram maneiras de integrar publicidade que não prejudica a jogabilidade.A consultoria eMarketer acaba de publicar um relatório sobre publicidade em dispositivos móveis no jogo, onde são analisados vários formatos de anúncios que os desenvolvedores de jogos estão oferecendo a marcas, de reproduzíveis e intersticiais a anúncios de vídeo e banner recompensados.
Vídeo premiado — que aparecem em momentos importantes de um jogo e oferece,um pequeno benefício tangível no jogo, como uma vida útil extra ou energia adicionada e têm taxas de interação muito altas.
Intersticiais — que preenchem pausas nos jogos e têm geralmente cartões no final que orientam os usuários..
Jogáveis —  miniversões de jogos ou minijogos das marcas, com maiores taxas de cliques.
Banners —  ainda é muito importante para uma ampla gama de jogos, à vezes como complemento de anúncios de vídeo premiado e rich media>
Mais recentemente, novas tecnologias oferecidas por empresas como Bidstack e Admix podem inserir anúncios em banner na própria jogabilidade, transformando-os efetivamente em anúncios nativos. Por exemplo, o banner pode ser colocado em uma bandeira ao lado de uma pista de corridas ou nas paredes da arena em um jogo de esportes. Esses são anúncios nativos, mas o criativo é um banner padrão comprado programaticamente que foi transformado para se encaixar perfeitamente no mundo do jogo. Fonte: eMarketer

Facebook lança novas ferramentas de segurança 
Após ondas de críticas por suas políticas políticas de anúncios, o Facebook lançou um novo conjunto de ferramentas projetadas para trazer transparência e segurança de marca. Ei-los:
Simplificação do acesso aos controles. Agora, no Business Manager e no Ads Manager, os anunciantes poderão criar listas de bloqueio, obter relatórios de entrega e definir filtros de inventário no nível da conta, em vez de aplicá-la uma campanha por vez.
Relatórios de entrega aprimorados. Os relatórios mais robustos permitem que os anunciantes pesquisem por ID da conta ou editor sem precisar fazer o download. O Facebook disse que em breve estará adicionando informações em nível de conteúdo ao relatório de entrega.
Novo parceiro de segurança da marca. A empresa de dados contextuais Zefr é o mais novo parceiro de segurança do Facebook, juntando-se às fileiras do DoubleVerify, da Integral Ad Science e do OpenSlate para ajudar a garantir que os controles e ferramentas de segurança da marca possam continuar a atender às necessidades dos anunciantes.
Conjuntos de conteúdo dinâmico. O Facebook está testando canais in-stream que usam uma ferramenta de listagem de branco no nível de conteúdo para anunciantes que trabalham com Integral Ad Science, OpenSlate e Zefr. Esse teste inicial permite que as marcas atualizem e ajustem rotineiramente os vídeos disponíveis para os anunciantes com base no que funciona melhor para a marca.
Whitelists. A empresa disse que também está testando “listas brancas” para anunciantes na Rede de Audiência e com anúncios in-stream, permitindo que os anunciantes incluam certos editores na lista branca para posicionamento de anúncios. O Facebook disse que planeja lançar a ferramenta de forma mais ampla no próximo ano.
O Facebook gerou preocupação com sua decisão de não checar anúncios políticos, assim como o conteúdo e as fontes de notícias que serão exibidas na seção de notícias dedicada que estão testando. O novo conjunto de ferramentas de segurança de marca é uma tentativa de fornecer aos anunciantes controles adicionais sobre como, onde e em qual inventário de editor seus anúncios podem aparecer em artigos in-stream e Instant Articles no Facebook ou na Audience Network. Esses controles aumentam as iniciativas anteriores de segurança da marca. Fonte: Marketing Land
Despesas com comércio digital devem aumentar 66%Os gastos com comércio digital estão aumentando. Agora, estima-se que os gastos totais com comércio digital cheguem a US$ 18,7 trilhões em 2024, um aumento de 66% a partir deste ano. Mais de um quarto (27%) dos gastos será na compra remota de bens físicos, de acordo com uma nova previsão da Juniper Research. Esse é o maior setor de comércio digital único, impulsionado por comerciantes nativos digitais e um novo foco dos varejistas tradicionais de tijolo e argamassa. Os gastos com comércio digital este ano chegarão a US$ 11,2 trilhões, de acordo com a Juniper. Os pagamentos dos dispositivos da Internet das Coisas, principalmente em residências inteligentes e via veículos conectados, devem atingir mais de 32 bilhões de transações até 2024, contra 1,8 bilhão neste ano. Também é projetado um aumento de 85% nos gastos com transferência digital de dinheiro. A tecnologia conectada, principalmente os smartphones, permite que os consumidores comprem a qualquer hora e em qualquer lugar – e é exatamente isso que mais deles estarão fazendo. Fonte: MediaPost ConnectedThinking