Que conselho você daria para a Microsoft agora? E outras questões

Estão oferecendo conselhos grátis para a Microsoft. O que você pensa?

Ballmer  1 of 1A saída de Steve Ballmer do posto de CEO da Microsoft teve um efeito colateral: tudo quanto é jornalista e blogueiro resolveu meter a colher no assunto e oferecer conselhos grátis à Microsoft. Tom Forenski, do Silicon Valley Watcher, de quem somos fãs aqui no Zona, foi um deles. (Interessante como no final do artigo ele dá a Bill Gates o mesmo conselho que Sheldon, personagem do The Big Bang Theory, deu em um episódio da primeira temporada.) Continue lendo em A Zona de Desconforto

Como fazer o consumidor envolver-se com você e seus produtos? A receita da Heinz

A Direct Marketing News publicou recentemente um estudo de caso muito interessante. A ideia por trás do estudo é que vale a pena romper alguns mitos de vez em quando e chacoalhar aquilo que você julgava verdadeiro em relação aos seus clientes. No caso em questão, a HJ Heinz resolveu conhecer em mais profundidade as mentes, corações e estômagos de sua base de clientes B2B.

A empresa já havia lançado a comunidade Let’s Dish como uma ferramenta de pesquisa para obter feedback dos convidados sobre suas iniciativas, mas logo se tornou evidente a partir do que se conversava na comunidade que os profissionais da área de foodservice sentiam falta de um espaço, onde eles pudessem discutir o setor e obter informações específicas para satisfazer as suas necessidades de negócios. A Heinz também aprendeu que a maioria desses profissionais tipicamente só visita os sites dos fabricantes cerca de uma vez por ano para obter informações sobre o produto ou baixar spec sheets. Em geral, eles inspiram-se em sites de consumo como allrecipes.com ou food.com, porque “não havia qualquer lugar onde [profissionais de foodservice] poderiam ir para encontrar conteúdo personalizado e adaptado às suas necessidades”, diz Amy Kleppinger, associate research manager of consumer and customer insight da Heinz.

A empresa então usou o que descobriu via a Let’s Dish para lançar heinzfoodservice.com, um site que serve como nexo digital entre a marca e seus clientes B2B. Lá, o conteúdo é atualizado regularmente, incluindo ideias de menus, dicas de negócios, blogs, informações sobre saúde, nutrição e sustentabilidade, e artigos sobre tudo. A beleza da estratégia de conteúdo da Heinz é a maneira como ela oferece informações projetadas para ser úteis para a audiência da marca, sejam ou não focadas na Heinz.

heinzfoodservice.com é um curador de conversações, não um controlador das conversas, diz Josie Cellone, gerente de marketing digital da Heinz: “Nós não queremos ser o envio de mensagens one-way, nós ouvir o que os restaurantes estão falando. É sobre o tempo de resposta, a relevância e inserção em si mesmo as conversas seus clientes já estão tendo. “Um artigo sobre o lançamento de uma nova linha de molho de churrasco, por exemplo, fala sobre por que o produto está sendo lançado (porque as pessoas gostam de personalizar a sua comida) em vez de usar a típica abordagem de um press-release, tipo “Heinz lança seis novos molhos barbecue”. Os resultados são excelentes. “Nossas taxas de abertura [do newsletter HeinzSight] são o triplo da média da indústria, e isso ocorre porque as pessoas pediram pelos conteúdos”, diz Cellone. Apenas oito semanas após o lançamento, o tráfego do heinzfoodservice.com já havia ultrapassado a quantidade total de tráfego previsto para 2011.  

Moral da história? As pessoas vão se envolver com você e seus produtos, se você lhes der a oportunidade de fazê-lo e tornar a experiência relevante, diz Mollie Garberg, diretor de comunidades da Heinz.

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Programas de fidelidade têm que ser gratuitos?

Embora mais da metade dos usuários da Internet dizem que não pagariam para participar de um programa de fidelidade de varejo online, iniciativas como o Amazon Prime, programa que garante o envio em até dois dias, cobra uma taxa anual de US $ 79 e metade dos seus usuários dizem que “estão muito satisfeitos” com o serviço. Além disso, um quarto desses participantes relatam que fazem todas as suas compras online na Amazon. Na verdade, mais de um quinto dos consumidores online que não participam de um programa dizem que estariam dispostos a pagar por um, caso os serviços oferecidos valessem a pena. O estudo enumera as razões pelas quais os consumidores estariam dispostos a pagar por um programa de fidelidade de varejo online: envio gratuito em dois dias, 26%; capacidade de a mensalidade valer para até quatro pessoas, 10%; quantidade ilimitada de streaming de filmes online e programas de TV, 9%; preços especiais para transporte no mesmo dia, 8%; preços especiais para transporte de um dia, 8%; acesso instantâneo a ebooks, 4%; outros, 1%. Leia também: Google implementa dicionário dentro de seu buscador, e outras notícias do mercado de Marketing Direto = Marketing Diálogo no Portal Abemd