Que marcas disputarão Jogos Olímpicos?



Falta exatamente uma semana. Embora a cobertura esteja ligeiramente encoberta pela discussão sobre o Tibet, o fato é que algumas das mais importantes empresas do mundo já despejaram milhões de dólares nas Olimpíadas de Pequim e muita gente está nervosa com a possibilidade de o resultado não ser assim nenhuma medalha de ouro.


A saída? Ações criativas. Ou, pelo menos, ações que tentam se destacar. Com resultados discutíveis, até agora. A Panasonic, por exemplo, lançou uma campanha de marketing viral no Japão alguns meses atrás, acreditando que o boca a boca iria gerar uma febre. A temperatura não subiu muito, porém. Até agora, segundo o Marketing Daily do Media Post, apenas 843 pessoas subiram fotos para o estádio virtual que a empresa criou. Trata-se de um site interativo para as pessoas compartilharem imagens de si mesmas fazendo a “ola”. A ação está sendo lançada nos Estados Unidos. A tempo de abalar alguma estrutura?


O fato é que se trata de uma briga de pesos pesados. O custo é muito alto e a presença de marcas como Coca-Cola e McDonald’s só podem ser explicadas pela teoria de que não poderiam ficar de fora.


Outras marcas têm uma estratégia diferente. A Lenovo, fabricante chinesa de PCs, além de querer se projetar internacionalmente, tem um mercado doméstico considerável. E a marca está anunciando maciçamente em mídia exterior no entorno dos jogos – outdoors, busdoors, postos de gasolina, etc.


Vamos ficar de olho para ver quem ganha medalha nessa arena.