Relacionamentos online – cada vez mais reais



Um mês atrás, postei aqui a descrição de um novo serviço de namoros, o ScientificMatch, que chegava a usar DNA para unir casais. (A Ciência do Amor, em Arquivos, ao lado). Naquele caso, porém, o relacionamento não era necessariamente online, o principal papel da Internet era facilitar o processo de cadastramento.  


Mas o fato é que a Web tem hoje um papel cada vez maior nos relacionamentos reais: em 2006, um em cada oito casamentos era de casais que haviam se conhecido online. O percentual no Brasil ainda deve ser menor, mas certamente cresce exponencialmente. Eu tenho um exemplo dentro de casa: uma das minhas filhas é casada há oito anos com alguém que conheceu na Net – um casamento estável e frutífero: meu maravilhoso neto Felipe é o melhor exemplo.


Desde os primórdios, a Internet sempre foi um terreno fértil para relacionamentos. Comerciais, pessoais – e amorosos! Fora os genéricos, tipo Orkut, MySpace, Facebook, etc., existem dezenas, talvez centenas de serviço do tipo Friendfinders. A maioria baseia-se no binômio foto-perfil, mas recentemente surgiram alguns serviços com propostas diferentes. Todos gratuitos, inclusive.


O WooMe (www.woome.com) é uma plataforma de apresentação online que permite aos usuários ver e conversar com outras pessoas durante 1 minuto. Usa uma webcam e um browser proprietários. Os usuários podem também criar grupos e fazerem sessões de cinco minutos, e criarem sessões com temas específicos.


Camlink (www.camlink.com) ainda está em beta-teste na região de Nova York. Além de temas específicos, as pessoas votam no interlocutor. Quando há votos simultâneos, o casal é selecionado para trocar mais informações.


SpeedDate (www.speeddate.com/date) é similar, mas usa também mensagens instantâneas.


Enfim, essa área está fervilhando de inovações. Você conhece algum exemplo aqui no Brasil?