Tivit aposta em offshore, mas de tecnologia

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Quem apostava que a Tivit ir correr para o mercado de offshore (em callcenter, claro) errou. A meta da empresa é investir na criação de fábricas de software para atender demandas que já vem gerando em países europeus como Inglaterra e França. O presidente, Luiz Mattar, não acredita no mercado de offshore de voz (como se refere à área de callcenter da empresa) nos próximos 10 anos. Diga-se offshore de massa. Os problemas, além da falta de tradição, são os mesmos que se debate há anos: falta de operadores com inglês ou espanhol fluente. Por enquanto, as operações internacionais são pontuais. Então, quer manter o ritmo de crescimento no mercado local, por si só um grande atrativo, que com a profissionalização das empresas estimula a terceirização e cresce em ritmo acelerado. Mas esta é outra história.