Amazon.com abrirá centro de distribuição no nordeste do Brasil em 2020

Operação reduzirá tempo mínimo de entrega para dois dias úteis
A Amazon.com anunciou nesta quinta-feira, 12/12. que abrirá um centro de distribuição, o segundo no Brasil, no estado de Pernambuco,  fortalecendo sua infraestrutura de logística para acelerar as entregas e, finalmente, expandir sua presença. A gigante do comércio eletrônico lançou sua primeira rede interna de atendimento e entrega no Brasil, desafiando varejistas locais e outros players internacionais como o Mercado Libre. Também segue a introdução do serviço de assinatura Prime da Amazon, que oferece frete grátis ilimitado em todo o país para os consumidores brasileiros. A empresa não divulgou quanto está investindo na nova instalação. Ele ficará localizado no Cabo de Santo Agostinho, município não muito distante de Recife. A Amazon disse que espera iniciar as operações no primeiro semestre de 2020, reduzindo o tempo mínimo de entrega para dois dias úteis. Fonte: Reuters

Como investir em métricas sem perder a essência do marketing digital?

O Strata Data Conference deste ano, evento realizado em Nova Iorque, apresentou ideias novas sobre como os avanços tecnológicos, em conjunto com o fator humano, podem potencializar resultados positivos. Quem esteve lá foi Fausto Matsuda, COO da Squid, e trouxe dados muito interessantes. Por exemplo,o fato de os influenciadores digitais atingiremm uma taxa de engajamento 203% maior do que as marcas obtém em seus perfis próprios, segundo pesquisa da Altimeter 2019. Isso significa que os produtores de conteúdo alcançam seus seguidores pela credibilidade do que publicam e, principalmente, pela autenticidade com que dialogam. No entanto, fica difícil metrificar a qualidade do engajamento. Mas como medir o valor do comentário de uma pessoa nas redes sociais? Nesse sentido, diz Matsuda, o uso de inteligência artificial para avaliar a qualidade do engajamento, se torna uma importante ferramenta para as marcas que trabalham com marketing de influência. Assim, uma das tendências debatidas no evento é investir em programação neurolinguística. O estudo mostrou que antes de tomarmos uma atitude, há diversos conceitos internos que influenciam. Como essas ideias estão fixadas na nossa mente e não percebemos, consequentemente, agimos de forma automática. Desse modo, analisar a programação neurolinguística dos seguidores e até mesmo dos influenciadores, pode colaborar para metrificar a espontaneidade e qualidade de um comentário ou ainda uma reação nas redes sociais. É importante reforçar que, quando se trata de marketing e comunicação, nada substitui as relações humanas. A tecnologia pode colaborar para unir áreas diferentes de uma empresa e otimizar processos, porém, é necessário que seja em conjunto com o esforço e criatividade dos influenciadores e das marcas, reforça Matsuda. Os produtores de conteúdo influenciam diretamente no poder de decisão e de compra do público. Por isso, usar a tecnologia para capacitar e melhorar esse processo, favorece ainda mais o engajamento dos influenciadores. Um levantamento da Shareablee revela que 48% dos entrevistados, entre 18 e 24 anos, compraram um produto após a recomendação do influenciador. Por isso, a mentalidade deve mudar: as novas ferramentas tecnológicas devem auxiliar o dia a dia das empresas, bem como dos influenciadores. O ideal é aproximar essas áreas mais técnicas, como a tecnologia da informação, a favor da marca para gerar mais oportunidades. Mas, sem perder a espontaneidade que os produtores de conteúdo conquistaram, afinal, autonomia e liberdade criativa estão na essência do negócio.

IBOPE Repucom divulga o Mapa do Patrocínio de uniformes de futebol no Brasil em 2019
O IBOPE Repucom divulgou a edição 2019 do estudo que tem como objetivo mapear os patrocinadores de uniforme dos clubes presentes na série A neste ano, organizando-os por propriedade (local de aplicação da marca) e respectivo segmento de mercado, possibilitando uma visão ampla e detalhada sobre o mercado de patrocínio nas camisas da elite do futebol nacional. Ao longo de 2019, os 20 clubes da Série A estamparam 144 patrocinadores diferentes em seus uniformes, um crescimento de 30%em relação ao ano anterior (111 marcas) e uma média de mais de sete marcas por clube ante cinco do ano anterior. Outro fato favorável é que quatro em cada dez marcas que patrocinaram algum clube no ano anterior, seja em patrocínios regulares, pontuais ou fornecedores de material esportivo, permaneceram como patrocinadoras em 2019, índice relevante visto o acréscimo de novas de marcas. O setor financeiro, que foi o quinto em volume de marcas em 2017, passando para segundo em volume de marcas em 2018, tornou-se em 2019 o setor com maior volume de marcas investindo em patrocínio em camisas na Série A. Seja com bancos tradicionais e digitais, financeiras, consórcios, capitalização, seguros ou meios de pagamento, o setor financeiro atingiu o volume de 23 marcas diferentes investindo na elite do futebol nacional no ano. Os bancos digitais, inclusive, foi a categoria que mais aproveitou a saída da Caixa, como exemplo temos o BS2 no Flamengo, Banco BMG no Atlético Mineiro e Digi+ no Athletico Paranaense e Cruzeiro.
O material ainda apresentou uma análise sobre o segmento de apostas esportivas que, mesmo iniciando este ano, já marcaram presença estampando suas marcas em 13 times da Série A, e já são o sexto setor em volume de marcas mais fortes do patrocínio em camisa da Série A. No material também abordamos o movimento das marcas próprias de material esportivo, modelo adotado por 20% dos clubes do Brasileirão. Descubra esta e outras informações em detalhes fazendo o download gratuito do material completo aqui.: