Estudo: ameaças a celulares por meio de pornografia dobraram em 2019

Levantamento da Kaspersky mostra ainda que os ataques voltados para PCs estão seguindo tendência oposta, com queda de quase 40% nas ameaças identificadas durante o mesmo período
O acesso a conteúdo adulto continua representando um grande risco para a cibersegurança, e o alvo principal agora são os celulares. Novo levantamento da Kaspersky revela que os ataques contra dispositivos móveis que usam pornografias como “isca” mais que dobraram no último ano. Segundo a apuração da empresa de segurança digital, 42.973 usuários foram vítimas desse tipo de ataque em 2019, contra 19.699 no ano anterior. Curiosamente, os ataques voltados para PCs estão seguindo tendência oposta, com queda de quase 40% nas ameaças identificadas durante o mesmo período. Segundo os especialistas da Kaspersky, o conteúdo adulto, devido ao seu caráter sensível e privado, continua sendo uma das maneiras mais usadas por cibercriminosos para disseminar os seus ataques. Esquemas envolvendo phishing, spam e até ransomwares por meio dessa temática já existem há anos, porém, os cibercriminosos continuam expandindo os vetores de ataque e aperfeiçoando os seus métodos. Ao realizar a análise, a Kaspersky verificou todos os arquivos disfarçados de vídeos pornográficos ou pacotes de instalação relacionados a conteúdo adulto para Android, e executou 200 tags pornô populares nesse banco de dados. Dessas tags, cerca de metade (99) continha alguma ameaça voltada para dispositivos mobile – em 2018, as tags com ameaças eram 115. Os resultados mostram que, embora menos tags maliciosas estejam sendo disseminadas, elas estão sendo mais efetivas, uma vez que o número de usuários atingidos foi duas vezes maior no mesmo período. Análises adicionais mostraram ainda que o conteúdo classificado como “violento” foi pouco usado para espalhar malware.

Programa Reforça vai acelerar gratuitamente Organizações da Sociedade Civil e está com inscrições abertas até o próximo dia 29
A pandemia da Covid-19 mostrou a importância de ações das organizações sociais. Em vários casos, as instituições poderiam beneficiar mais pessoas, mas esbarram em obstáculos como dificuldade em captar recursos, estruturar ou gestão eficaz. Pensando nisso, o Instituto EDP, organização que gere os investimentos socioambientais do Grupo no Brasil, e a Phomenta, instituição de impacto social, lançam o “Reforça – Programa de Aceleração e Transformação Social para Retomada”, voltado para Organizações da Sociedade Civil (OSC). A iniciativa vai selecionar 20 organizações de todo o país para auxiliar nas ações de transformação social. As inscrições estão abertas de 02 a 29/07 na plataforma do programa (http://www.portaldoimpacto.com/programa-reforca). As instituições escolhidas serão capacitadas em temáticas como: gestão, captação de recursos, inovação e liderança. O programa de aceleração ocorrerá durante sete meses de maneira completamente online com envio de materiais didáticos às instituições. Os módulos incluem diagnóstico de aceleração, maturidade organizacional e Avaliação final (ICFO) das organizações participantes, acompanhamento e relatórios de evolução. As instituições passarão ainda por avaliação jurídica, financeira, de maturidade organizacional, além de introduzir em boas práticas de gestão e transparência. Ao final do programa, aquelas que atingirem 80% da pontuação mínima, receberão ainda o selo da Phomenta.

SBVC apresenta Mapeamento de Fluxo de Visitas no varejo em parceria com a FX Retail Analytics
A pandemia de covid-19 fez o consumidor brasileiro sumir de lojas físicas e shopping centers do país no primeiro semestre. Para compreender isso, a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC) apresenta o Mapeamento de Fluxo de Visitas em Shopping Centers e Lojas Físicas do primeiro semestre de 2020 com dados da FX Retail Analytics, empresa especializada em monitoramento de fluxo para o varejo. Tanto as lojas físicas (de rua e lojas de shopping) quanto os shopping centers tiveram quedas grandes a partir de março na comparação anual por conta da quarentena e fechamento do comércio. Os centros de compra, por exemplo, registraram -90,78% em maio e -75,94% em junho em relação a 2019. As lojas físicas tiveram -85,26% e -48,55% nos mesmos meses. Em contrapartida, a comparação mensal apresenta aumento, o que simboliza uma retomada no fluxo de visitantes no varejo brasileiro a partir da flexibilização da quarentena em diversas regiões. Em junho, os shopping centers variaram 126%, e as lojas físicas (de rua e lojas de shopping), 194% no comparativo com maio de 2020. O mapeamento também apresenta recortes regionais e por segmento bem como o desempenho em vendas das lojas e dos shopping centers nos seis primeiros meses deste ano, além de reunir informações específicas do mercado de centros de compras, como faturamento, quantidade de unidades e lojas, geração de empregos, entre outras.