Greenpeace estreia campanha de Crowdfunding

Com criação da agência Repense, Calendário Greenpeace 2021 – Você, 365 Dias com a Natureza acaba de ser lançada no site Kickante 

Com o objetivo de ampliar cada vez mais a atuação independente na luta pela proteção do meio ambiente e da biodiversidade e contra as causas das emergências climáticas, o Greenpeace inicia campanha de crowdfunding. A campanha premia os doadores com o Calendário Greenpeace 2021 – Você, 365 Dias com a Natureza. Com veiculação na plataforma Kickante, o filme explica que os recursos trazidos pelas doações vão colaborar diretamente para o Greenpeace Brasil continuar o trabalho sério e reconhecido em defesa do meio ambiente de forma independente. Já que trata-se de uma organização sem fins lucrativos que não aceita recursos de empresas ou governos. As atividades são financiadas por doações de pessoas ecologicamente conscientes e solidárias em todas as fases do processo.  Neste ano, o calendário do Greenpeace tem duas novidades: uma é o QR Code na página de cada mês que dá acesso a mais informações e às atividades de ativismo da organização, inclusive convidando as pessoas a fazerem parte das ações do Greenpeace mês a mês; e a outra são as dicas de reutilização do próprio calendário após o fim do ano. Acessando https://www.kickante.com.br/campanhas/calendario-greenpeace-2021 é possível fazer doações e receber os calendários, além do Certificado Digital de Doador do Greenpeace para compartilhar redes sociais. 

Vivo usa big data e analytics para mudar negócios e se adequar à LGPD

Ações incluem benchmarking com empresas nacionais e internacionais sobre a interpretação da Lei  
De acordo com Luiz Medici, vice-presidente de Dados e Inteligência Artificial, a Vivo tem evoluído no uso de novos conteúdos e soluções de big data para melhorar o conhecimento do cliente e, então, desenvolver serviços mais indicados para cada um deles. Os projetos de big data na Vivo estão em diferentes áreas, como redes, comercial e marketing, e em diferentes fases de implementação, com o objetivo de, a partir de um profundo conhecimento dos clientes, desenvolver serviços e prover experiência personalizada para eles. Esses projetos estão relacionados com a estratégia de network analytics. Entre os casos de uso, a telco usa machine learning para entender, antecipadamente, os fatores que poderiam levar o cliente a deixar a Vivo, permitindo diferentes ações preventivas. Em outro exemplo, a operadora acompanha o ciclo de vida do cliente, entendendo o uso que ele faz do serviço, com a meta de antecipar as necessidades e realizar ações, como a recomendação de mudança para uma oferta mais adequada ao seu perfil de consumo.A análise de dados, por meio do uso de big data e analytics, permite à Vivo gerar ações, comerciais ou operacionais, para melhorar os  serviços e a experiência do assinante. Medici observa que todas as ações devem respeitar a privacidade dos clientes e seguir rigorosamente a legislação vigente, inclusive a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).  Especificamente sobre isso, a Vivo, segundo o VP, vem desenvolvendo um extenso trabalho de mapeamento de processos, sistemas e atividades na implementação de um projeto LGPD dentro da empresa. A lei de proteção de dados, enfatiza o executivo, é um assunto de atenção e acompanhamento desde a alta administração. As ações incluem benchmarking com empresas nacionais e internacionais sobre a interpretação da Lei e a condução do projeto; a criação de um grupo multissetorial para discussão do tema entre diversas empresas e a organização de várias frentes de trabalhos para implementação do projeto, incluindo a estruturação da área, com o respectivo responsável, que já atua nas funções legais de encarregado pelo tratamento de dados pessoais (Data Protection Officer – DPO). Fonte: Convergência Digital