O futuro dos pagamentos móveis no Brasil. Vamos começar o debate?

O Brasil é o quarto país do mundo que mais movimenta dinheiro em transações feitas com o celular, segundo um relatório da empresa britânica Buyshares com base em informações da consultoria Statista. Já considerando a pandemia e que pagamentos mobile são realizados sem a necessidade de toque direto nos objetos de pagamentos, US$ 22,3 bilhões devem ser transacionados no país até o final de 2020. Ficamos atrás do Reino Unido (US$ 45,8 bilhões), Estados Unidos (US$ 357,5 bilhões) e China (US$ 755,5 bilhões).

Tem mais. Uma pesquisa realizada pela Mastercad, empresa que apresenta soluções de pagamentos, apontou que 77% dos brasileiros têm usado o dinheiro físico com menos frequência ou abandonado o uso do papel moeda desde o início da pandemia do novo coronavírus. 

Em paralelo, as lives, que foram transmitidas ao vivo pelo Youtube, também incentivaram o uso do QR Code e das carteiras digitais, por meio de aplicativos que permitem aos brasileiros fazerem transações com segurança. Com a chegada dos pagamentos instantâneos (Pix), os pagamentos contactless devem ganhar ainda mais espaço.

Levando esses dados em consideração, o que acha de elaborarmos uma pauta sobre como a pandemia impulsionou a adesão dos pagamentos por aproximação no país e qual será o futuro do mobile payment no Brasil? 

Enviem suas opiniões e também suas dúvidas. Há um time de especialistas que posso acionar para obter uma visão mais clara. 

Bom fim de semana!