Pesquisa: confiança na privacidade de dados é crucial na fidelidade à marca

Marcas devem se concentrar na construção e manutenção dessa confiança
Uma pesquisa da Privitar revela que 78% dos americanos estão preocupados em proteger informações pessoais e 42% não as compartilham por qualquer motivo. Cerca de 40% dizem que a confiabilidade da marca é o principal motivo para serem clientes fiéis, enquanto 31% dizem que uma marca protegendo seus dados é o principal motivo, e o CEO da Privitar, Jason du Preez diz que a pesquisa mostra “a necessidade crescente de as marcas se concentrarem na construção e manutenção dessa confiança, começando primeiro com a proteção dos dados do cliente.” Os resultados da pesquisa não são surpreendentes e estão de acordo com pesquisas anteriores sobre questões de privacidade, como a conduzida pela Okta em junho de 2020, que encontrou informações semelhantes sobre altos níveis de desconfiança e preocupação sobre o que está sendo coletado e como está sendo usado. Também como o relatório da Okta, Privitar encontrou uma desconexão entre o que os consumidores pensam sobre privacidade de dados e como eles se comportam: apesar das preocupações, 43% nem mesmo sabem se uma empresa que usam foi vítima de uma violação de dados, e apenas um quarto dizem que leem avisos de privacidade. Fonte: TechRepublic


Facebook expande esforços de Realidade Virtual com teste com Horizon

O Facebook lançou um teste somente para convidados de sua plataforma de experiência de realidade virtual social Horizon, que permite que até oito usuários interajam em um mundo virtual com uma zona segura para evitar o bullying online. Andrew Hutchinson prevê que a RV “se tornará cada vez mais relevante, de muitas maneiras diferentes, nos próximos anos”, e observa: “Isso também significará novas oportunidades para publicidade, marketing, marca pessoal e elementos relacionados”. Fonte: SocialMediaToday

Salão de beleza reinventa-se e transforma-se em refúgio para os clientes
Um movimentado salão de luxo no Texas, que não por acaso chama-se Transformation, mudou-se em meio ao coronavírus para um local menor e mais isolado e adicionou ioga ao ar livre, meditação e tratamentos de bem-estar. Com a segurança como prioridade máxima, os proprietários Patrick e Grace Watson desenvolveram um modelo de negócios sustentável que permite que os clientes “escapem deste novo mundo louco, mesmo que por pouco tempo”. Um dos segredos foi estar atento ao que ocorre no mundo. “Como assisto ao noticiário econômico e vejo o que aconteceu na China e na Itália”, explicou Patrick, “agimos no início de fevereiro para melhorar nossos já elevados padrões de higiene nos salões. Fizemos algumas alterações físicas para simplificar a limpeza e procuramos (sem sucesso) por equipamentos de proteção de grau médico. Do lado financeiro, comecei a formar reservas de caixa e a confirmar nossas linhas de crédito caso as vendas caíssem.” Fonte: Forbes