Startup de conversational commerce levanta US$ 50 milhões e avança num mercado estimado de 1 trilhão de dólares

Termo refere-se à interseção de aplicativos de mensagens e compras
Conversational commerce é um termo cunhado por Chris Messina, do Uber, em um artigo de 2015 publicado no Medium. Refere-se à interseção de aplicativos de mensagens e compras. Ou seja, a tendência de interagir com empresas por meio de aplicativos de mensagens e bate-papo como o Facebook Messenger, WhatsApp, Talk e WeChat. Ou por meio de tecnologia de voz, como o produto Echo da Amazon, que faz interface com empresas por meio de comandos de voz.
Os consumidores podem conversar com representantes da empresa, obter suporte ao cliente, fazer perguntas, obter recomendações personalizadas, ler comentários e clicar para comprar tudo a partir de aplicativos de mensagens. Com o comércio de conversação, o consumidor se envolve nessa interação com um representante humano, chatbot ou uma combinação de ambos.
O fomato não é apenas mais simples para os consumidores que, graças aos aplicativos de mensagens, não precisam mais alternar entre conversas de texto e sites para coletar informações e fazer compras, mas também está um passo mais perto da atenção que você pode receber de uma venda associar na loja. Ao fazer um pedido em um site, você pode ler comentários para ter uma noção se um produto funcionará para você, mas usando o chat, você pode pedir ajuda para comparar suas opções – mais parecido com o conselho que você receberia na loja.
É um negócio que estima na casa do trilhão de dólares. E agora já surgem as startups.  O empresário e ex-executivo de comércio eletrônico do Walmart, Marc Lore, juntou-se a um grupo de outros patrocinadores para investir US$ 50 milhões na Wizard, plataforma de conversational commerce que está usando inteligência artificial para permitir que empresas e consumidores contornem a web e realizem vendas por texto.
Fonte: Forbes