Evolução pessoal e profissional

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Sem planejar, Patricia Haliski acabou por fazer carreira no call center. Em entrevista exclusiva ao portal callcenter.inf, ela conta que era estagiária na área de pós-venda de uma empresa do segmento automobilístico, e que com o tempo foi efetivada na área de atendimento, que até então era interno. Aproximadamente seis meses depois, a companhia realizou um processo para contratação de uma empresa de contact center externa, na época a 4A, que posteriormente virou Atento. Hoje, já são 13 anos de empresa.

 

Ela, que iniciou na operação, assumiu em 2011 a gerência de qualidade para clientes do segmento financeiro, onde atua desde então. “Durante todo este processo, eu vislumbrei todas as oportunidades de crescimento, principalmente na Atento. Após trabalhar na operação por cerca de três anos, eu busquei uma oportunidade para atuar na área administrativa e conquistei o cargo de consultora de projetos”, relembra.

 

Desde então, Patricia diz ter acompanhando a constante evolução do posicionamento estratégico da companhia no mercado e como seus objetivos profissionais poderiam se alinhar a este cenário. “Percebi que quando mais eu me especializasse, maior seriam as minhas possibilidades de crescimento na companhia. Minha intenção, sempre foi me tornar uma profissional cada vez mais completa, adquirindo a experiência em cada área que atuei, com intuito de ter uma visão completa dos negócios, para apoiar ainda mais o crescimento da empresa.”

 

Para Patricia, aqueles que trabalham em empresas de contact center e BPO, aprendem a ter muito jogo de cintura e flexibilidade para atuar com as mais diversas situações. “O agente torna-se um profissional mais ágil, dinâmico, capaz de enfrentar qualquer imprevisto e tomar decisões frente à qualquer situação”, afirma a gerente. “Estas qualificações com certeza contribuirão para que ele se destaque em qualquer empresa, independente do setor de atuação”, complementa.

 

A executiva ainda ressalva que independente do segmento de atuação da companhia, o profissional deve ter uma meta profissional bem estruturada. “É preciso ter total conciência de onde está e onde pretende chegar, e assim, deixar bem claro para a empresa, especialmente sua liderança, seus objetivos e interesses para trilhar o desenvolvimento contínuo de sua carreira”.

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