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Inovação, criatividade e participação

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Autor: Lívio Giosa
Em tempos de crise, economia retraída e falta de disposição para investir e crescer, cabe às empresas saírem do marasmo e apertarem o “clic” da inteligência corporativa. Com este mote estratégico, o que se espera é que as organizações busquem aprimorar suas competências estabelecendo ações de melhoria de gestão, dos controles, dos processos e do uso adequado de seus recursos. 
O momento é propício para uma reação estrutural, consciente e de aprimoramento das metodologias internas. A palavra-chave é otimizar as suas práticas e ativar o conjunto de instrumentos disponíveis para atingir resultados que as levem a obter vantagem competitiva no seu negócio. Assim, buscar nos elementos internos esta capacitação é um dos principais desafios das organizações. 
Mexer com os seus colaboradores-funcionários e chamá-los à plena participação se delineia como uma das competências principais no processo de gestão. Nesta condição, o capital humano surge como diferencial no contexto das empresas. Lidar com suas expectativas, divergências e graus diferenciados de cultura, conhecimento e perfil é, sem dúvida, um grande desafio para as organizações. Para tanto, criar condições metodológicas e constantes de incentivo à participação, passa a ser uma das mais positivas reações à busca de soluções nas empresas de vanguarda. Estas atitudes acabam provocando novas e expressivas variações positivas do “animus” interno. 
Sessões freqüentes de criatividade, baseadas na intensificação das sugestões dos colaboradores sobre suas atividades operacionais, procedimentos e dos negócios da empresa, podem gerar, com a devida sistematização, grandes contribuições de melhorias internas e de reconhecimento e valorização funcional. A chamada para a inovação pode levar a descobertas criativas simples e extremamente eficazes, evocadas à luz do estímulo da participação.
Num mundo extremamente “comoditizado”, agir em sintonia com as regras do endomarketing levam as empresas a adotarem o princípio da “balança equilibrada” das expectativas, que os especialistas americanos chamam de “equity factor” (o fator reciprocidade).
Canais internos constituídos pontualmente para estas práticas, à luz de uma comunicação aberta, revelam que o seu sucesso dependerá do quanto as empresas estão preparadas para “ligar” os seus dois agentes essenciais de vida e de sustentação organizacional: o colaborador-funcionário e o cliente. 
Os japoneses despertaram para estas ativações já no início da década de 80, com a aplicação dos famosos CCQ’s (Círculos de Controle de Qualidade), voltados principalmente às sugestões para questões operacionais e procedimentais. 
A empresa, hoje, avança no sentido de criar os seus NUGIC’s (Núcleos de Gestão pela Inovação e Conhecimento), que acelerarão em muito suas novas descobertas por melhores iniciativas de gestão como um todo. 
Na verdade, as práticas de estímulo à inovação e gestão do conhecimento com participação, elevarão em muito a auto-estima funcional, gerando um afinamento interno e um alinhamento final com a ponta mais expressiva do processo que é o cliente. 
Muitas aplicações das teorias organizacionais demonstram que, sem dúvida, enxergar o fator humano na corporação é essencial para caracterizar novas performances advindas da apropriação de metodologias estimulantes que enfoquem a criatividade, as práticas inovadoras e diferenciadas para alcançarem resultados e o sucesso nos negócios. 
Lívio Giosa é presidente executivo da ADVB – Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil, vice-presidente de relações institucionais da ANEFAC – Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade e presidente do CENAM – Centro Nacional de Modernização Empresarial.

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O clima de competitividade se instaurou no ambiente corporativo brasileiro. Cada vez mais, as empresas buscam aprimorar suas competências estabelecendo ações de melhoria de gestão, dos controles, dos processos e do uso adequado de seus recursos.

A palavra-chave é otimizar as práticas e ativar o conjunto de instrumentos disponíveis para atingir resultados que os levem a obter vantagem competitiva no seu negócio. Assim, buscar nos elementos internos esta capacitação é um dos principais desafios das organizações. Mexer com os seus colaboradores-funcionários e chamá-los à plena participação se delineia como uma das competências principais no processo de gestão.

Nesta condição, o elemento humano surge como diferencial no contexto das empresas. Lidar com suas expectativas, divergências e graus diferenciados de cultura, conhecimento e perfil é, sem dúvida, um grande desafio para as organizações. Para tanto, criar condições metodológicas e constantes de incentivo à participação passa a ser uma das mais positivas reações à busca de soluções nas empresas de vanguarda.

Estas atitudes acabam provocando novas e expressivas variações positivas do “animus” interno das organizações. Sessões frequentes de criatividade, baseadas na intensificação das sugestões dos funcionários sobre suas atividades operacionais, procedimentos e dos negócios da empresa, podem gerar, com a devida sistematização, grandes contribuições de melhorias internas e de reconhecimento e valorização funcional. A chamada para a inovação pode levar a descobertas criativas simples e extremamente eficazes, evocadas à luz do estímulo da participação.

Num mundo extremamente comoditizado, agir em sintonia com as regras do endomarketing levam as empresas a adotarem o princípio da balança equilibrada das expectativas, que os especialistas americanos chamam de equity factor (o fator reciprocidade). Canais internos constituídos pontualmente para estas práticas, à luz de uma comunicação aberta, revelam que o seu sucesso dependerá do quanto as empresas estão preparadas para ligar os seus dois agentes essenciais de vida e de sustentação organizacional: o colaborador-funcionário e o cliente.

Os japoneses despertaram para estas ativações já na década de 80, com a aplicação dos famosos CCQ´s (Círculos de Controle de Qualidade), voltados principalmente às sugestões para questões operacionais e procedimentais. A empresa, hoje, avança no sentido de criar os seus Nugic´s (Núcleos de Gestão pela Inovação e Conhecimento), que acelerarão suas novas descobertas por melhores iniciativas de gestão como um todo.

Na verdade, as práticas de estímulo à inovação e gestão do conhecimento, com participação, elevarão em muito a auto-estima funcional, gerando um afinamento interno e um alinhamento final com a ponta mais expressiva do processo que é o cliente.

Lívio Giosa é presidente do Cenam; vice-presidente da Advb e coordenador-geral do Pnb
E-mail: [email protected] 
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