Proxis firma parceria com FIA

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Visando o desenvolvimento profissional de seus resolvedores, a Proxis firmou uma parceria corporativa  com a Fundação Instituto de Administração (FIA), para o curso MBA em gestão de negócios e projetos.


Única escola do País com um MBA brasileiro classificado entre os 70 melhores do mundo pelo Executive MBA ranking do Financial Times de Londres, a FIA é uma entidade privada sem fins lucrativos, estabelecida em 1908 por iniciativa de professores do departamento de administração da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade – FEA/USP. 


 “Apostamos nesta escola porque não basta investir em educação, temos que ter educação com qualidade”, afirma Jimmy Cygler, CEO da Proxis. Segundo o executivo, o investimento na atualização e formação profissional dos talentos da empresa é essencial para garantir a qualidade dos serviços prestados. “Dentro de um setor de mercado dominado por empresas gigantescas, no qual as quatro maiores empregam 200 mil pessoas no País, a Proxis se diferencia por prestar serviços altamente personalizados e de alto valor agregado para seus clientes. A única forma de prestarmos estes serviços é tendo em nosso quadro de resolvedores profissionais bem treinados, preparados e instruídos”, declara o executivo.


Com a participação de até quatro empresas, a turma será formada no modelo Consórcio, que oferece condições comerciais diferenciadas para os colaboradores da Proxis. O MBA fornecerá aos participantes uma visão abrangente das principais áreas de conhecimento necessárias para gestão de uma empresa, com ênfase na gestão de projetos, abordando técnicas necessárias ao planejamento, controle e execução de projetos, desenvolvendo uma visão estratégica dos negócios, maior integração entre as áreas, a busca pela inovação e a competitividade das organizações.


“Esperamos, com esta parceria, aumentar cada vez mais a sede por educação de qualidade entre nossos resolvedores, criando uma espiral ascendente e positiva, buscando uma diferenciação cada vez maior para a empresa e uma realização maior para os resolvedores”, conclui Cygler.