Qual é a oportunidade desse jogo?

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Fala-se muito das oportunidades que Copa do Mundo deve trazer o Brasil, porém há quem acredita que o impacto não será tão grande assim. No setor de atendimento, isso também acontece. De um lado há empresas investindo em operações bilingue, mas também existem outras que não esperam uma demanda tão grande a ponto de ampliar o quadro de operadores que falem inglês ou espanhol.

 

O diretor de vendas BPO da Algar Tecnologia, José Eduardo Ribeiro Lima, conta que quando houve a definição que a Copa seria no País, muitas conversas e expectativas foram geradas, porém a empresa ainda não percebeu muita movimentação nesse sentido. “Acredito que isso deve entrar no planejamento das empresas para 2014. Então, devemos ter alguma movimentação no 1º trimestre do próximo ano”, pontua com exclusividade para o portal Callcenter.inf.br. Ele acrescenta que a Algar Tecnologia não imagina que a demanda será muito grande de forma a mudar radicalmente as estruturas de operações, já que no Brasil o setor é muito maduro, tem muita demanda e as operações para o mercado doméstico são grandiosas.

 

Da mesma opinião, a Unidas aposta na experiência e estrutura que já possui com atendentes bilíngues na operação da Central de Reservas e do SAC para atender os turistas que estarão no País por conta da Copa do Mundo. “Atendemos muitos estrangeiros, logo temos que estar preparados desde já”, conta Carlos Sarquis, diretor de Rent a Car da Unidas. Ele explica que a empresa possui quatro assistentes bilíngues. “Para a Copa, estamos fazendo o estudo de demanda para adequação do quadro”, revela Sarquis.

 

Já a Azul Linhas Aéreas está aproveitando o evento esportivo para dar o pontapé inicial em uma operação trilíngue no contact center. “Estamos preparando uma estrutura com atendimento em inglês e espanhol para a demanda natural de estrangeiros que vem ao Brasil e também com a preocupação de um volume ainda maior nos eventos da Copa do Mundo, Copa das Confederações, Jornada Mundial da Juventude e Olimpíadas”, revela Paulo Engelmann, gerente geral de atendimento a clientes da Azul.

 

Quem também está indo pelo mesmo caminho é a AeC, que iniciou recentemente sua operação de atendimento trilíngue, que já possui 154 operadores. O gerente executivo de RH da AeC, Daniel Perdigão, conta que o atendimento trilíngue abre oportunidades para a empresa ampliar ainda mais as frentes de atuação, principalmente a possibilidade de trabalhar para outras empresas que demandarão atendimento em diversas línguas durante a Copa do Mundo. “A ação já faz parte dos preparativos da empresa para a Copa do Mundo”, revela.

 

 

E para você, a Copa do Mundo do Brasil deve impactar as operações bilíngue? Deixe a sua opinião na enquete do portal Callcenter.inf.br.

 

 

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Demanda por operadores bilíngue só deve acontecer em 2014, acredita diretor da Algar Tecnologia

 

 


Azul Linhas Aéreas aproveita Copa do Mundo para montar operação de atendimento trilíngue

 

 


Com oportunidades abertas pela Copa, empresa aposta em nova frente de atuação

 

 


Unidas aposta na estrutura que já possui para atender os turistas durante a Copa

 

 

 

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