SoftMarketing muda de casa

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Depois de treze anos de atuação, a SoftMarketing de Curitiba resolveu trocar de sede, deixando um de 1.600 metros quadrados, e para ocupar um espaço, com 5.000 m² de área construída e terreno de 9.000 m², para iniciar uma nova fase. Por intermédio do novo site, o número de posições de atendimento passou de 250 para 700, com espaço que permite rápido crescimento caso seja necessário. O número de funcionários também aumentou, passando de 670 para aproximadamente 3 mil.

Com relação a tecnologia e infra-estrutura, foram investidos cerca de R$ 5 milhões. “Investimos em tudo que há de melhor, desde os cabeamentos nível 6A, uma nova central Siemens Hipath 4000 Procenter versão 6.5, roteadores, switches, nobreak, gerador, enfim, tudo que possa nos dar segurança e a certeza de um bom serviço aos clientes”, explicou Marcelo Francisco da Silva, diretor executivo da empresa.

Segundo o executivo, todas essas ações são prestar o melhor atendimento possível aos clientes, e dessa forma fidelizá-los. “Sem eles (clientes) não existimos. Consideramos aqui dois tipos de clientes: os internos, que são nossos funcionários, e os externos, aqueles que acreditam em nosso trabalho e nos dão a honra e preferência de prestar-lhes nossos serviços. É e será sempre em função deles que estamos e estaremos atuando”, discursou Marcelo.

Para esse ano, a empresa pretende aumentar em 50% o faturamento. Para tanto ela aposta em ações de relacionamento com o cliente, como visitas à nova sede. “Queremos muito que empresas de fora aceitem nos fazer uma visita, um road show, para ver a qualidade que uma empresa em Curitiba pode oferecer e a ótima relação custo x benefício”, esclarece o diretor.

De acordo com Marcelo, o fato da SoftMarketing estar em Curitiba é um atrativo a mais para novos negócios. “Hoje temos a vantagem de estar em Curitiba, uma cidade modelo, termos excelente tecnologia e mão de obra qualificada a custo muito mais acessível do que em outras praças, o que vai nos permitir que com a tecnologia de telefonia que hoje derruba o quesito distância, possamos ter clientes nacionais e até operações offshore a custos muito atrativos”, conclui.