Você faz netwoking?

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Autor: Irene Azevedo
Se a sua resposta for Não! é melhor correr, pois você pode ser pego pelo bicho “preguiça”e as suas chances a longo prazo ficarão menores em todos os aspectos de sua vida. E se você não pensou nisso antes, comece a pensar: o que é fazer networking?
Não há nada de complicado, mas parece tão difícil! Vamos as definições: Forma organizada de conectar contatos – montar e manter uma rede de relacionamentos ou simplesmente falar com pessoas, trocar informações sobre assuntos em comum.
Então por que não fazemos isso constantemente? O vilão desta história é sempre a falta de tempo e, com isso, não expandimos ou até mesmo não mantemos nossa rede de relacionamentos.
Sob o pretexto de falta de tempo, esquecemos do que é essencial: de nós mesmos. Em qualquer relação quando uma pessoa se esquece dela mesma, a chance desta relação ruir é imensa, eu diria que é de quase 100%.
Almoçar com algum contato pelo menos a cada 15 dias, pode ser um começo. Não é difícil, todo mundo almoça e com isso, se você não tem o hábito de manter sua rede ativa, estará começando de uma maneira leve, porém efetiva.
É expandindo o networking que você fica mais a par das novidades do mercado, se torna mais visível e, assim, conseguirá mais indicações. Lembre-se de que esse nosso mundo atual é o da visibilidade, dos relacionamentos externos e internos.
É importante que você não se esqueça que não estou falando só da rede de relacionamento fora da empresa, falo do network de uma forma integral: dentro e fora das organizações.
Cada vez mais as organizações estão adotando práticas de meritocracia, onde você também será avaliado por pares do seu chefe, chefe do chefe e por seus pares. Então, quem se comunicar melhor com estes “steakholders”, terá mais chances de ser bem avaliado.
Não se esqueça, porém, do mais importante: de ser competente, estar sempre atualizado e entregar os resultados esperados. Sem isso, não há network que dê jeito!
Vamos lá, faça uma lista das pessoas que conhece dentro e fora da organização e comece com quem tem mais intimidade. Depois de praticar um pouco com essas pessoas, você estará pronto para fazer com quem não conhece tanto.
Não perca tempo, tempo é dinheiro e neste caso pode significar um aumento, uma nova oportunidade fora ou dentro da organização!
Irene Azevedo é diretora de negócios da LLH|DBM e professora de gestão de pessoas na BBS Business School.