As empresas do futuro

0
1



Apenas 10% das empresas brasileiras estão completamente alinhadas com as novas práticas da comunicação e do marketing e podem, efetivamente, ser consideradas “empresas do futuro”. Cerca de 33% delas já adotam parcialmente alguns dos modelos emergentes no novo ambiente da economia digital. Mas quase a metade, 47%, ainda está distante dessas referências de ponta. Essas são algumas das conclusões de pesquisarealizada pelo Grupo TV1.


O estudo tem o objetivo de mapear o grau de adequação das empresas às novas dimensões-chave da comunicação e do marketing e propõe um índice de inovação, capaz de medir anualmente a evolução do mercado. O estudo, conduzido pela Troiano Consultoria de Marca, envolveu 60 grandes empresas brasileiras, de diversos segmentos de mercado, sendo que 77% delas têm mais de 1.000 funcionários. Participaram os principais executivos da gestão de comunicação e marketing. “Pela primeira vez no país criou-se uma metodologia clara e objetiva para avaliar a evolução dessas práticas”, afirma Jaime Troiano, presidente da Troiano.


O IAF (“Índice da Agenda do Futuro”) mostra que atualmente apenas 10% das empresas já podem ser consideradas “empresas do futuro”, ou seja, realizam de forma intensa e integral as práticas relativas às cinco dimensões. Ao se dividir os resultados em quatro patamares, sendo o mais completo deles aquele que engloba as “empresas do futuro”, 80% das empresas pesquisadas estão nos patamares 1 e 2 de avaliação.