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As preferências dos consumidores de moda pelo mundo

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Samuel Mueller, CEO da Scandit

Estudo The Future of Fashion In-Store Engagement traz necessidades de compradores e insights de 73 líderes das maiores marcas de moda da EMEA

Os três principais fatores que impedem a ida do consumidor de moda aos pontos físicos em mercados avançados como o europeu são as longas filas (47%); disponibilidade limitada de estoque (43%) e colaboradores da loja que não ajudam (36%). Os dados sobre os impedimentos de uma boa experiência em ponto físico fazem parte do relatório “The Future of Fashion In-Store Engagement”, realizado pela Scandit, especializada em smart data capture, revelando insights sobre as mudanças nas expectativas de consumidores de moda em relação às compras multicanais e como os varejistas podem responder para manter a loja física viva. Para Samuel Mueller, CEO da Scandit, “com o crescimento das compras digitais, os consumidores buscam por experiências de varejo conectadas que sejam flexíveis e perfeitas em todos os pontos de contato”.

Segundo o estudo, que ouviu mais de 3.500 pessoas, bem como insights de executivos de 73 das maiores marcas de moda da Europa, acostumados com experiências on-line rápidas e convenientes, os consumidores deste mercado estão exigindo compras eficientes, excelência no atendimento e experiências emocionantes.  E aponta que, para 93% dos varejistas europeus consultados, o varejo experimental é fundamental para garantir o futuro da loja física. Enquanto isso, 73% afirmam que seus investimentos em tecnologia nos próximos doze meses serão usados para fornecer novas experiências multicanais para os clientes. Para estes entrevistados, planejar o uso da tecnologia para capacitar os associados da loja a se tornarem consultores do tipo concierge foi visto como uma prioridade para 59% dos entrevistados.

Atender o cliente por meio da tecnologia
O relatório analisa que os varejistas devem ser capazes de integrar dispositivos, aplicativos e sistemas de back-end para gerar autonomia aos funcionários da loja em suas atividades diárias. Mais da metade dos varejistas de moda entrevistados (54%) dizem que investir em ferramentas e recursos digitais, como aplicativos, é uma prioridade para os próximos 12 meses. A recompensa é clara: 84% dos varejistas que implantaram aplicativos para atuar com os clientes afirmam ter registrado um aumento no tamanho médio do pedido de transações da loja. 

Segundo a pesquisa, para 48% dos varejistas um dos maiores desafios do setor é a capacidade de recrutar, treinar e reter funcionários. E a tecnologia pode ser uma aliada para solucioná-los. Funcionários equipados com aplicativos multifuncionais não são apenas capacitados para tarefas básicas e demoradas, mas também têm acesso permanente a informações relevantes, incluindo níveis de estoque, detalhes de produtos, dados de clientes e informações de venda cruzada/venda adicional. 

Para 53% dos varejistas consultados os aplicativos aumentam a fidelidade do cliente e cerca de 91% daqueles que usam tecnologia tiveram menos paralisações, além de aumento das vendas e melhor mobilidade dos funcionários da loja. “A captura inteligente de dados fornece aos colaboradores das lojas de moda a confiança necessária para fornecer um serviço consultivo com precisão e eficiência aos clientes”, alerta Mueller. “Ao oferecer uma experiência intuitiva e fácil de usar em um dispositivo inteligente, eles podem levar consigo para todos os lugares, o dia todo, soluções móveis habilitadas com dados inteligentes”, completa o CEO. 

Atendendo às compras omnicanal
Quando se trata dos três principais elementos das compras de moda na loja física, a capacidade de tocar e experimentar os produtos está em primeiro lugar. Em segundo, os consumidores querem comprar imediatamente, sem custos de espera ou envio e, como terceiro e mais importante ponto, desejam um ambiente de loja inovador e experimental com elementos como demonstrações, provadores virtuais ou eventos na loja. Olhando para o futuro, uma proporção significativa de consumidores expressou interesse em uma experiência omnicanal combinada na loja. 

O levantamento mostrou ainda que 75% usariam aplicativos móveis para acessar promoções e ofertas personalizadas na loja; 72% ficariam felizes em usar um aplicativo móvel para saber mais sobre produtos; 67% dos consumidores estão satisfeitos em usar tecnologias de aplicativos móveis ‘digitalizar e pagar’; 46% são motivados por demonstrações, displays e eventos para visitar uma loja; e 25% gostariam de ver mais experiências de realidade aumentada, incluindo informações sobre produtos e cupons digitais.
 

Para atender a essas novas demandas, mais de dois terços (71%) dos varejistas de moda já investiram em tecnologias nas lojas como clientela móvel, aplicativos de checkout e a tecnologia digital que os sustenta; cerca de 73% deles podem escanear códigos de barras para fornecer informações e disponibilidade adicionais de produtos. Ainda nesta área, 68% podem identificar clientes na loja para oferecer uma experiência de compra mais personalizada e 48% têm um aplicativo de ponto de venda móvel para ajudar a reduzir filas e paralisações.

O relatório “Future of Fashion In-Store Engagement” é baseado em pesquisas independentes de executivos de 73 marcas líderes de moda da EMEA (Europa, Oriente Médio e África), incluindo 18 marcas de moda de luxo e 55 de não luxo. A pesquisa foi realizada por meio de entrevistas por telefone e pesquisas on-line pela ITTS em nome da Scandit. Além disso, uma pesquisa on-line com 3.523 consumidores foi realizada pela Sapio em nome da Scandit em países como Reino Unido, Itália, Espanha, Turquia, Alemanha, Suécia, Noruega e Emirados Árabes Unidos.

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