As várias dimensões de um cliente

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“Visão única do cliente em toda a organização; como se preparar para o acordo internacional Basiléia II; gestão estratégica de negócios financeiros; segurança e alta disponibilidade de dados em sistemas bancários e financeiros”. Esses serão os principais temas que a Oracle do Brasil tratará no CIAB 2004, realizado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), entre os dias 2 e 4 de junho, no Transamérica ExpoCenter, em São Paulo, no estande E-7.
“Mais uma vez, vamos mostrar aos participantes do CIAB que a Oracle tem soluções para fazer frente aos principais desafios do setor financeiro”, frisa Claudio Pedone, vice-presidente de Vendas da Oracle do Brasil. “Em todo o mundo a Oracle tem sido um fornecedor-chave dos bancos e seguradoras e, no Brasil, estamos reforçando esse posicionamento”, complementa ele, afirmando que o segmento será um dos principais focos do ano fiscal 2005 da Oracle do Brasil, que se inicia em junho de 2004.
O relacionamento com o cliente

A principal mensagem da Oracle é ressaltar o diferencial competitivo que a tecnologia garante a um banco, ou instituição financeira, quando dispõe de uma visão única de seu cliente. “Isso é fundamental, pois, à medida em que essas organizações cresceram e passaram a oferecer novos produtos ao mercado, criaram múltiplas bases de dados”, lembra Peiman Milani, gerente de Desenvolvimento de Negócios para o Setor Financeiro. Com o tempo, um mesmo cliente passou a ser registrado em inúmeros lugares da instituição, fragmentando a visualização de sua identidade e de seu histórico. “Na prática, essa situação limita drasticamente o relacionamento com o cliente e o seu atendimento”, acrescenta o executivo.
Para permitir às equipes de uma instituição financeira o acesso a todo o histórico de um cliente — levando em conta, por exemplo, sua conta corrente, investimentos, seguros e outros serviços prestados –, a Oracle apresenta o Customer Data Hub. Esta solução sincroniza informações de clientes em um repositório central, buscando em plataformas e aplicativos diversos a informação desejada.
Gestão estratégica e Basiléia II

“A Oracle tem ferramentas poderosas para estar em linha com as determinações do acordo de Basiléia II”, lembra Milani. O tratado abrange um conjunto de regras que buscam a solidez e a transparência das instituições financeiras. Isso fica evidente, por exemplo, quando exige dos bancos um histórico consolidado do cliente, incluindo todas as transações realizadas nos últimos cinco anos. Entre elas está o Oracle Financial Services Applications (OFSA), uma solução analítica de rentabilidade, gestão estratégica e gestão de ativos e de passivos.
O OFSA permite à instituição trabalhar a partir de uma arquitetura única de informação. É voltado para a gestão de rentabilidade e risco, e traz um módulo que gera os principais indicadores de risco, conforme as regras do acordo Basiléia II.

Desenvolvido especialmente para dar suporte à retaguarda do setor financeiro, o OFSA abrange, ainda, recursos de orçamento e planejamento e é usado, em todo o mundo, por mais de 180 instituições financeiras de porte global. O aplicativo permite às instituições fazer um raio X de todas as suas informações, o que leva, entre outras ações, a um marketing mais focado e eficaz. Outras soluções da Oracle para alavancar a qualidade das decisões estratégicas dos executivos financeiros são, ainda, o Daily Business Intelligence e o Balanced Scorecard, que geram e monitoram vários indicadores, assim como simulações de cenários de negócio.
Segurança, alta disponibilidade e Linux
A segurança permeia todo o portfólio de produtos e serviços da Oracle, em níveis muito superiores aos encontrados no mercado. O Oracle Database, por exemplo, é o único a dispor de 17 diferentes certificações de segurança obtidas junto a instituições de pesquisa independentes. Além disso, toda a nova família de produtos 10g, lançada mundialmente em setembro passado, está pronta para a adoção de uma arquitetura em grid, que garante alta disponibilidade tanto em aplicativos como em servidores. Em uma plataforma em grid, a infra-estrutura de tecnologia das empresas torna-se mais econômica e flexível, pois tira o máximo proveito do poder de processamento já existente no sistema corporativo. As soluções de grid computing da Oracle rodam sobre Linux, tanto em máquinas Risc multiprocessadas, quanto em equipamentos de baixo custo, com processadores Intel.