Clique e visite a landing do Congresso ClienteSA 2022

O canal para quem respira cliente.

Cartilha da Abiesv orienta varejistas na abertura de novas lojas

Share on facebook
Share on whatsapp
Share on twitter
Share on linkedin

Ao abrir uma loja, seja qual for o ramo, um empresário pode ter que lidar com até 30 fornecedores diferentes, conforme a complexidade de cada empreendimento. Para quem está entrando no mercado varejista, a principal dúvida é, quais são as empresas que se deve recorrer na hora de realizar o projeto arquitetônico ou a compra do mobiliário?.

Para facilitar a vida de pequenos e médios empreendedores, a Abiesv (Associação Brasileira da Indústria de Equipamentos e Serviços para o Varejo), está preparando uma cartilha didática com dicas sobre como contratar e acompanhar o trabalho de fornecedores para a abertura de lojas nos mais diversos segmentos. O documento deve ser lançado até o final de abril.

Dentre as principais orientações, a publicação irá definir e explicar o papel dos arquitetos de varejo, as etapas de um projeto, especificações de plantas, mobiliários e materiais adequados para cada tipo de empreendimento, prazos de execução, projetos complementares e profissionais envolvidos no processo de abertura de uma loja. “A idéia é mostrar ao cliente o que ele está comprando ao contratar um projeto e o que ele vai receber”, explica Patrícia Baker Upton, coordenadora da cartilha.

O presidente da Abiesv, Marcos Andrade diz que o interessado em ingressar no comércio varejista, precisa ater-se as minúcias. “Há uma infinidade de detalhes que precisam ser previamente estudados por aqueles que pretendem abrir um estabelecimento comercial, desde a definição do ponto, análise dos contratos, regularização do imóvel, aquisição de mobiliários e acessórios, infra-estrutura de energia e informática e até a segurança e a manutenção da loja afirma o empresário. Andrade diz que “tudo isso será contemplado na cartilha”. Ele ressalta que a implementação de qualquer empreendimento exige um amplo planejamento. “Checar referências, solicitar certidões negativas de débito dos fornecedores e verificar a procedência e a qualidade dos equipamentos são medidas essenciais para que o pequeno lojista não tenha dores de cabeça no futuro”, finaliza.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Rolar para cima