Clique e visite a landing do Congresso ClienteSA 2022

O canal para quem respira cliente.

Claro e Oi na mira da Anatel

Share on facebook
Share on whatsapp
Share on twitter
Share on linkedin
A Anatel apresentou os resultados do acompanhamento trimestral do Plano Nacional de Ação de Melhoria da Prestação do Serviço Móvel Pessoal. A Claro foi a que registrou o maior número de reclamações, com 31 queixas por grupo de mil usuários, apenas em julho, segundo a Agência Brasil. As demais operadoras registraram índices de reclamação dentro do limite de dez: Vivo (dez), Oi (nove) e Tim (seis). Os principais motivos apresentadas contra as operadoras são cobrança, 25%; promoções, 14%; serviços adicionais, 11%; cartão pré-pago, 11%; rede, 11%; atendimento, 7%; área de cobertura, 4%; planos de serviço, 4%; habilitação, 4%.
No entanto, na relação entre a quantidade de reclamações que chegam a agência e tentativas de resolução na própria empresa, apenas a Claro ficou dentro da meta referência, que exige resultado igual ou inferior a 2%. Oi, Tim e Vivo, nessa ordem, foram as que mais descumpriram o objetivo, com 9%, 6,3% e 3,5%, respectivamente.
Os resultados estão em fase de avaliação e, caso não ocorra uma evolução positiva, novas medidas restritivas podem ser adotadas pela Agência. Segundo a Anatel, as operadoras realizaram até julho, 47% do total de R$ 31,8 bilhões em investimentos para o período de 2012 a 2014, previstos no Plano Nacional de Ação de Melhoria da Prestação do Serviço Móvel Pessoal.
PLANO DE MELHORIA
No ano passado, a Anatel, ao constatar decréscimo na qualidade da prestação do serviço de telefonia móvel, suspendeu a comercialização de novos chips de prestadoras que registraram o pior desempenho por Unidade da Federação (UF) e condicionou a retomada das vendas à apresentação de planos de ação com medidas capazes de garantir melhorias em um prazo de dois anos. Após análise e aprovação dos planos por parte da Anatel, a comercialização foi liberada. No entanto, todas as operadoras, tanto as que tiveram as vendas suspensas quanto as que não foram atingidas pela proibição, ficaram obrigadas a fornecer à Agência informações sobre a implementação dos referidos planos e sobre a evolução dos indicadores.
Confira os resultados completos aqui.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Rolar para cima