Cliente quer praticidade

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Os tempos são outros, principalmente na hora de comprar. Nenhum cliente está tão disposto a ter muito trabalho. Esse deve ser um momento de lazer, sem estresse. Com isso, as empresas precisam estar atentas e oferecer o máximo de comodidade possível, como afirma Lore Manica Ribeiro, superintendente nacional de pessoa física da Caixa Econômica Federal.  “A procura por soluções mais rápidas e convenientes tem crescido. O consumidor já não está mais disposto a grandes deslocamentos para realizar suas compras, a internet tem sido cada vez mais a escolha para adquirir produtos e serviços”, diz.
Com esse novo nível de exigência – algo que só tende aumentar com o passar dos anos -, as empresas não podem parar de refletir sobre o que oferecer para acalmar o cliente. E isso é algo que demanda dinheiro. “As empresas precisam investir para acompanhar este nível de exigência. Os consumidores em geral, principalmente a nova Classe Média, estão exigindo produtos e serviços diferenciados, com características específicas ao seu perfil”, afirma Lore. “Esse investimento é necessário para saber o que os consumidores querem, quais são os produtos adequados para cada cliente, atender bem e oferecer comodidade”, completa.
Outra palavra de ordem no relacionamento entre empreendimento e consumidor é personalização. A comodidade só é completa quando o cliente tem acesso a um serviço exclusivo, ou seja, algo que se encaixe com as características particulares de cada pessoa. “Um dos grandes desafios hoje, nessa nova etapa de relação de consumo, é gerir a carteira de clientes, com o objetivo de identificar o perfil do consumidor, e manter relacionamento adequado para cada perfil de cliente. Ofertar produtos que atendam às necessidades de consumo dos clientes especificamente”, elucida Lore.