Comprar via mobile sem expor dados?

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Autor: Afonso Giaffoni
Mais de 35 milhões de smartphones são vendidos por ano no Brasil, e esse mercado promete revoluções ainda mais significativas em curto prazo, como a tecnologia NFC (Near Field Communication, “comunicação por campo de proximidade” em tradução livre), estabelecida nos EUA, Europa e Japão e que deve chegar aqui com força total nos próximos anos. Esses fatos só comprovam que a compra por dispositivos móveis não é a próxima, mas a onda atual do e-commerce. Algumas limitações, porém, precisam ser superadas para que esse meio de pagamento se torne rotina para o consumidor. Confira as dicas para aproveitar todo o potencial do dispositivo para essa função:
Mobilidade
Há quem esqueça as chaves e os documentos em casa, mas não o smartphone. O uso constante do aparelho conecta o indivíduo, que, além de se divertir, informar-se e comunicar-se em tempo real, pode utilizar o gadget para aproveitar as ofertas e finalizar seus pedidos, esteja em casa, no trabalho ou em qualquer outro lugar.
Facilidade
O tamanho da tela do celular sempre foi um empecilho para finalizar compras em dispositivos móveis, escrever e-mails já é um pouco cansativo, imagine preencher cadastros e outros campos de informação. Hoje, por meio de um sistema eficiente que não exige inserção de dados nem de muito tempo gasto no processo, já é possível concluir o pedido em segundos.
Tecnologia
O sistema de tokenização do checkout express único é diferente do conceito muito difundido de token. Numa conta bancária, por exemplo, ele funciona como um fator a mais de identificação, junto com a senha e o usuário. No checkout, o sistema tokeniza todo o processo, substituindo a inserção do login e da palavra-chave. 
Segurança
Ao realizar uma compra sem um sistema de tokenização por aparelhos móveis, o usuário precisa inserir login, senha e número de cartão de crédito, com risco de interceptação e vazamentos de informações. Já as soluções que trabalham sem dados sensíveis permitem transações com total segurança – ou seja, mesmo que alguém as intercepte, os dados não terão valor nenhum fora dos servidores da empresa que processa o pagamento.
Afonso Giaffoni é sócio-fundador da OneBuy.

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