Confiança do consumidor

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O consumidor demora um bom tempo para ganhar confiança na marca, mas pode ser muito rápido para se perder e varejistas devem estar atentos a isso. É o que revela o “Trust Research”, estudo que visa entender qual o nível de confiança do consumidor pelas marcas de varejo. Feita pela GS&MD – Gouvêa de Souza, empresa de consultoria e serviços voltados ao varejo, marketing e distribuição, a pesquisa busca “desvendar” como pensa e age o consumidor, e ainda ajudar grandes redes varejistas a traçarem estratégias de negócios.

 

A pesquisa mostra também que entre os fatores básicos, mas que muitos varejistas ainda não dão importância, está no fato de ter uma marca bem estabelecida para despertar a confiança do consumidor. Entre os segmentos que menos geram confiança no consumidor ainda estão os móveis e eletrônicos e hipermercados – menor índice de confiabilidade nas propagandas. Já os segmentos que mais geram confiança é livraria e material esportivo. “A confiança é o resultado tanto da experiência objetiva como também da apreciação emocional por parte do consumidor, e reflete o comportamento futuro mais previsível”, explica Luiz Goes, sócio-sênior da GS&MD.

 

Um ponto comum em todos os segmentos estudados foi quanto à credibilidade das propagandas realizadas. Ainda há certa resistência a respeito da veracidade de seus conteúdos. Móveis e eletrônicos lideram o ranking do da desconfiança, seguidos pelo setor de Hipermercados e materiais de construção. Na outra ponta, livrarias e materiais esportivos parece que conquistaram de vez a confiança do consumidor, muito embora seja importante considerar que são lojas visitas com freqüência menor do que outras de super e hipermercado ou farmácias, por exemplo.