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Consumidor está confiante

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O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), calculado em conjunto pela Fecomercio (Federação do Comércio do Estado de São Paulo) e pela Fundação Getúlio Vargas, registrou aumento de 1,1% em fevereiro, atingindo 147,3 pontos, em comparação ao mês de janeiro. O resultado acompanha a tendência de elevação verificada desde julho do ano passado, quebrada apenas em dezembro, quando o índice apresentou queda de 3,1%. Em janeiro, houve alta de 3,3%, chegando aos 145,7 pontos, numa escala de 0 a 200, que indica pessimismo abaixo de 100 e otimismo acima desse patamar.
Em relação à situação presente, o índice cresceu apenas 0,6%, ficando em 125,6 pontos. No início do ano, fatores como pagamentos de IPVA, IPTU, matrícula escolar, entre outros compromissos, interferem na análise do momento atual. Segundo os economistas da Fecomercio, as sucessivas altas da Selic também contribuem para uma maior cautela da população, fazendo com que o consumidor, principalmente o de baixa renda, fique mais temeroso em adquirir bens duráveis no curto prazo e elevar ainda mais o seu grau de endividamento.
Tanto é que a queda na avaliação foi de 3,7% entre consumidores com rendimento inferior a dez salários mínimos, enquanto os de renda acima deste valor apontaram alta de 6,5% na confiança em relação ao momento atual. A exemplo do mês passado, a confiança do consumidor da região metropolitana de São Paulo em relação ao futuro aumentou em fevereiro (1,4%), alcançando 161,8 pontos. De acordo com a assessoria econômica da Fecomercio, essa expansão da avaliação da situação futura – fator que integra o ICC juntamente com o da análise do momento atual – demonstra que o consumidor mantém esperança na melhoria do emprego e da renda, indicadores que ainda mostram sinais tímidos de recuperação.
Entre os três segmentos da pesquisa (renda, sexo e idade), o maior otimismo ainda é verificado nos consumidores com renda acima de dez salários, com 163 pontos e alta de 1,1% em fevereiro. Os homens foram os responsáveis pelo maior percentual de crescimento no otimismo, de 3,8%, atingindo 149 pontos. Por outro lado, entre as mulheres, o índice caiu 1,2%. Na avaliação dos economistas da entidade, as consumidoras são mais sensíveis a mudanças conjunturais, em especial àquelas que afetam diretamente o poder de compra da família.

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