De olho nas necessidades dos clientes

0
0


A TBM Consulting, consultoria especializada em aumento de produtividade por meio de redução de desperdício, em conjunto com as publicações The Manufacturer (EUA), a Manufactura (México) e a Produktion (Alemanha), anunciam os resultados da terceira “Pesquisa Anual de Produtividade”, apurada no primeiro semestre de 2005. O estudo foi realizado com empresas de médio e de grande porte nos setores de manufatura e serviços de cinco importantes países: Alemanha, Brasil, Estados Unidos, México e Reino Unido.

A pesquisa mostrou que a maioria dos 790 empresários entrevistados nos cinco países revelou ter elevado consideravelmente a comunicação com seus clientes para atender às necessidades em constante evolução, o que resultou em aumento do faturamento aos fabricantes. Na Alemanha, 78% dos empresários afirmaram ter ampliado a comunicação com seus clientes, seguido pelo Brasil, que registrou elevação de 65%. O Reino Unido vem em terceiro com 61%, os Estados Unidos com 60% e o México com 55%.

“O estudo indica que os fabricantes nos países altamente industrializados estão se esforçando mais para atender melhor às necessidades variáveis dos seus clientes”, afirmou Bill Schwartz, parceiro sênior da TBM e diretor administrativo do LeanSigma Institute da TBM. “Os fabricantes compreendem cada vez mais que, conectando-se continuamente aos seus mercados, eles podem entrar em sintonia com a voz dos clientes e obter um considerável crescimento”.

De acordo com a pesquisa da TBM, para atender melhor às exigências dos clientes, a maioria dos empresários, em cada região, informou que se tornaram mais ágeis no período. O Brasil vem em primeiro lugar com 67% das respostas, depois o Reino Unido com 62%. Os Estados Unidos, México e Alemanha, ficaram com 58%, 55% e 51%, consecutivamente.

Além disso, os produtores classificaram a “definição das necessidades do cliente”, como o principal estímulo para inovação de sua cadeia de valor. A Alemanha vem em primeiro lugar com 44% das respostas, depois o Brasil com 38%. O Reino Unido apontou 32%, os Estados Unidos, 30% e o México, 26%.