Dinheiro está mais importante do que antes

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Pesquisa da Reuters, conduzida pela Ipsos em 23 países (representando 75% do PIB mundial), indica que dois terços (65%) dos adultos entrevistados concordam que o dinheiro é mais importante para eles nos dias de hoje do que antigamente. No entanto, seis em cada dez (57%) discordam que o dinheiro é o melhor indicador de sucesso pessoal.

 

Os países onde os cidadãos estão mais inclinados a dizer que o dinheiro é mais importante para eles nos dias de hoje do que anteriormente são Coreia do Sul (84%), Japão (84%), China (84%) e Índia (78%). Os países onde os cidadãos estão menos inclinados a dizer que o dinheiro é mais importante para eles nos dias de hoje do que anteriormente são Holanda (50%), México (52%), Alemanha (54%), Grã-Bretanha (56%), Bélgica (57%) e Canadá (57%).

 

Considerando-se os dados demográficos de toda a amostra, é possível observar que os cidadãos mais inclinados a concordar que “o dinheiro é mais importante para mim nos dias de hoje do que antigamente” (65%) são igualmente homens (65%) e mulheres (64%), principalmente com idade inferior a 35 anos (71%) em comparação com aqueles com idades entre 35 e 54 anos (61%) e com mais de 55 anos (52%), e estão divididos igualmente por todas as classes: de menor renda (64%), de renda intermediária (65%) e de renda alta (66%).

 

Por outro lado, os cidadãos mais inclinados a discordar que “o dinheiro é mais importante para mim nos dias de hoje do que antigamente” (35%) são igualmente homens (35%) e mulheres (34%), mais velhos (48% têm mais de 55 anos) em comparação com aqueles com idades entre 35 e 54 anos (39%) e com os mais jovens (29% têm menos de 35 anos), e estão divididos igualmente por todas as classes: de menor renda (36%), de renda intermediária (35%) e de renda alta (34%).

 

As nações com os maiores níveis de concordância à afirmação de que o dinheiro é mais importante hoje do que antigamente correspondem àquelas que colocam o maior peso no dinheiro como fator determinante do sucesso – Coreia do Sul, Japão, China, Índia, Rússia e Turquia estão no topo das duas listas, e Canadá, Bélgica, Grã-Bretanha, Suécia, Alemanha e México ocupam os últimos lugares nas duas.

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