E-mail marketing ainda é preferência

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A pesquisa Global Data Management Benchmark Report, feita pela Experian entre outubro e novembro do ano passado, mostra que para 86% dos entrevistados brasileiros, o e-mail marketing é o ponto-alto da comunicação empresarial e será ainda a ferramenta que oferece maior alcance de diálogo com seus públicos, seguido do uso das redes socias (82%). A visão global do levantamento também apontou essa tendência. A pesquisa, que consultou 1.400 profissionais de oito países – Reino Unido, Estados Unidos, Austrália, França, Alemanha, Espanha, Brasil e Cingapura – mostra que o e-mail será a comunicação com o cliente mais importante para 66% das organizações em 2017.
“No mundo todo o e-mail ainda vai ser, por um tempo, um canal bastante relevante na estratégia de relacionamento com clientes. Apesar do crescimento das redes sociais, aplicativos e outras formas de contato, esse continua sendo o meio mais acessível à grande maioria das empresas. Ajuda também a relativa facilidade de se medir o retorno sobre investimento através dele”, analisa Fernando Rosolem, gerente sênior de produtos da Serasa Experian.
No mercado brasileiro, a telefonia móvel continua relevante para 64% e o uso do SMS na comunicação com o cliente para 38%. A adesão ao telefone fixo continua em alta para 42% dos entrevistados. Em comparação com os demais países do estudo, há empate com a Espanha (64%), seguido por Estados Unidos (48%), Cingapura (43%), Australia e França (39%), Alemanha (37%) e Reino Unido (33%).
Neste ano, 38% dos profissionais brasileiros e australianos ainda apostarão suas fixas no SMS para se comunicar com os clientes. Com menores percentuais o item segue com Cingapura (31%), Estados Unidos (30%), França (27%), Reino Unido (22%), Alemanha (18%) e Espanha (17%). A telefonia fixa também será relevante no Brasil para 42% dos entrevistados em comparação aos demais países, que não devem utilizar o meio com tanta frequência. Alemanha ocupa o segundo lugar com 37%, seguido da Austrália e Espanha, ambos com 32%, Cingapura (28%), Reino Unido (24%), Estados Unidos (23%) e França (18%).