O canal para quem respira cliente.

Empresa: equivocos clássicos

Share on facebook
Share on whatsapp
Share on twitter
Share on linkedin

João Gonçalves Filho

Muito se tem discutido sobre os reais paradigmas de sucesso da empresa em mercados globalizados. Também já existe enfoque em se refletir sobre os chamados ´erros clássicos dos gestores de empresa´. Para o escritor e palestrante Paulo Angelim, “não adianta ficar tentando encontrar desculpas para erros e insucessos. A verdade correta é assumir tudo de frente, reconhecer as culpas e traçar um plano estratégico para evitar que ocorram novamente. Jamais seremos pessoas e empresas de sucesso senão forem mudados hábitos, estratégias, mente em direção ao aperfeiçoamento”.
Em recente trabalho elaborado pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Capital Humano, notou-se alguns erros mais comuns, como: iniciantes, pessoais, legais, comerciais, relacionamento humano, estratégicos, e, sobretudo, ausência de liderança em gestores da empresa.
A pesquisa acima relacionada encontrou um lugar comum em identificá-los. Os mesmos ocorrem, com mais freqüência, naqueles gestores de empresas que passaram a dirigir empresas com filosofia equivocada, ou seja, ditar normas ou procedimentos de cima pra baixo, ignorando a relevância da “gestão compartilhada”, o comprometimento dos colaboradores para o sucesso da empresa, o valor imprescindível do capital humano, a centralização de gestão em mãos de poucos, enfim, desconhecimento de uma nova realidade mercadológica.
A Profª Leila Navarro faz uma apreciação sobre tais erros, os quais vamos enfatizá-los e analisá-los. A falta de habilidade interpessoal constitui-se num erro por demais acentuado entre os muitos empresários, quando não coloca o diálogo, troca de informações, senso de equipe para a implementação de projetos da empresa e não os envolvendo nas estratégias de gestão de empresa competitiva da modernidade. A inabilidade do gestor referendado soma-se à delegação de tarefas ou funções administrativas de maneira equivocada, desplanejada. Todos os cargos da empresa são relevantes. Seja a telefonista, que dará a primeira impressão a futuros clientes, seja o diretor da empresa que não sabe conquistar a confiança e liderança dos seus colaboradores.
O que se constata, na prática do dia a dia, é que tais escolhas são feitas, erroneamente, por não somar perfil da função, mas, muitas vezes, por contigências do calor humano, quando da indicação dos mesmos. Para a Profª Leila Navarro, o grande erro nasce da própria indicação do gestor da empresa, que não está perfilado para a função exercida. A sua postura em comportar-se como “dno da empresa” e adotar decisões sob o “calor das emoções” levarão, certamente, a empresa para sua desestabilização interna e externamente.
Ao lado dos equívocos epigrafados, um dos maiores erros dos empresários é abdicar de profissionais mais experientes, capacitados, sob alegativa de “custarem mais”. A grande comprovação, afirma o Prof. João di Simon, “a empresa, certamente, não poderá crescer”. A equipe de colaboradores é peça-chave para a gestão de sucesso da empresa. A grande conclusão comprovada por empresas de excelência é que uma equipe motivada, dando o melhor de si e bem preparada, faz uma grande diferença na produtividade final.
Como reflexão final, a “excelência do seu endomarketing” é fator essencial para a empresa ser competitiva e lucrativa, desde que haja uma linguagem verdadeira e transparente. E conclui o palestrante João Di Simon, “a capacitação da empresa passa pelo treinamento contínuo de todos, gestores e colaboradores, para que todos falem da empresa com a mesma linguagem e identificação. A verdade há de se sobrepor às aparências”.
João Gonçalves Filho (Bosco) é administrador de consórcio. ([email protected])

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Rolar para cima