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Mais que moda, questão de sobrevivência

É comum que empresas sempre estejam em busca de novas maneiras para alavancar as vendas. Mas não só isso, também ficam à procura de conseguir maior atenção do público, retenção de clientes e aumentar a base de consumidores. Principalmente, em momento como o atual, de crise econômica. Uma estratégia quem vem sendo utilizada para se chegar à isso é a online to offline, ou também chamada de O2O. Com ela, os negócios oferecem informações, descontos, possibilidade de reserva ou qualquer outro serviço no online – podendo ser feito via aplicativo ou site, em que o consumidor utilize no offline. Por exemplo, reserva de hotéis, restaurantes, compra de ingressos, etc.
Para Guilherme Bonifácio, CEO da Rappido, ter uma estratégia dessas pode ser a sobrevivência de uma organização nos dias de hoje, dependendo do mercado. “Não se trata de uma moda, com prazo para acabar, é realmente uma tendência irreversível, uma vez que a penetração da internet só tende a crescer”, afirma. Pois esse é um caminho que pode tanto oferecer comodidade e praticidade ao público – fatores que têm forte poder de influência no consumidor no momento da escolha, como também fideliza-lo por trazer um serviço diferenciado e uma experiência nova, ainda que muitas empresas já venham implementando estratégias do tipo e não seja uma grande novidade no mercado.
Além disso, Bonifácio ressalta que ter um serviço O2O permite conhecer melhor o cliente. “Um restaurante, por exemplo, pode começar a entender melhor o perfil dele quando passa a oferecer delivery ou reservas online. Qual a frequência de consumo, onde ele mora, quanto gasta em média? Todas essas informações são relevantes se o negócio pensa em oferecer um produto ou serviço mais adequado ou mesmo customizado”, detalha. Por outro lado, não se pode esquecer que a expectativa do consumidor online, geralmente, é maior, já que ele tem acesso fácil a ofertas da concorrência e pode expor sua opinião mais rapidamente. “A operação também precisa funcionar muito bem: não adianta vender algo que você não pode entregar.”
A Rappido, por essência, surgiu como um serviço online to offline, pois, segundo o executivo, usa tecnologia e conectividade como bases para oferecer um serviço de entrega com 100% de sua frota em nuvem. “Também habilitamos a estratégia O2O de outros negócios, por exemplo, lojas ou restaurantes que querem fazer a entrega de seus produtos, mas não possuem uma frota dedicada para isso”, conta.

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