Mudanças no digital?

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O digital está mudando o mundo e os executivos de marketing sabem disso, é o que aponta a pesquisa CMOs, patrocinada pela Accenture. O estudo “Tempo para transformação digital ou o risco de ser deixado de lado”, que tem como objetivo entender as opiniões, desafios e pontos de vista de executivos de marketing sênior de todo o mundo, mostra que 78% dos entrevistados consideram que o mundo do marketing passará por mudanças fundamentais nos próximos cinco anos e as três mudanças mais citadas são análises, digital e mobile.
Além disso, as companhias com crescimento acelerado (com aumento de pelo menos 6% nas vendas anuais) informaram que os investimentos nessas três áreas compensam especialmente para melhorar a experiência dos consumidores. As mudanças mais citadas foram:
– As análises se tornarão uma competência primordial do marketing; 
– As verbas digitais responderão por 75% das verbas de marketing ;
– O mobile responderá por 50% da verba de marketing;
– O marketing terá uma função de prover informações sob demanda;
– Marketing, vendas e atendimento ao cliente serão fundidos em uma única função;
– As campanhas terão desdobramentos em tempo real dependendo da necessidade e do objetivo com cada consumidor em cada device e canal;
– Mídia espontânea será mais importante e terá mais suporte do que a mídia paga;
– Marketing e TI serão fundidos em uma única função;
– CMOs serão o principal contato dos CEOs, ultrapassando o CFO e outros executivos do C-level;
A pesquisa ainda mostra que em relação ao montante aplicado em marketing digital, a tendência aponta crescimento. Os investimentos na área de 39% das empresas pesquisadas superam a marca de 100 milhões de dólares. Para 41% da amostra, a verba deve ser ampliada em pelo menos 5% no próximo ano fiscal. Apenas 8% dos entrevistados citaram a possibilidade de corte na verba de marketing digital no próximo ano.
Foram ouvidos 581 executivos de marketing de 11 países (Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, China, Cingapura, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido) e 10 setores (automóveis, bancos, bens de consumo, ciências, eletrônicos, mídia, seguros, telecomunicações, turismo e varejo).