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O crescimento da web no mundo

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Um em cada dez dos 1,6 bilhões de usuários de Internet no mundo está na América Latina. Metade deles, no Brasil. Os números são de estudo feito pela Everis, consultoria multinacional de negócios e tecnologia da informação, em parceria com a Escola de Negócios da Universidade de Navarra (IESE Business School), e tomando como base as estatísticas da União Internacional das Telecomunicações (ITU).

 

Dos 44 países avaliados entre 2000 e 2008, nove aumentaram o número de usuários a um ritmo superior a 40% por ano. Brasil, Colômbia, Cuba e Paraguai são os latinos entre eles. No geral, Paquistão e Marrocos apresentaram os crescimentos mais velozes, 57,5% e 56,2% por ano, respectivamente.

 

Os países que concentram um número maior de usuários de Internet em todo o mundo são China (285 milhões), Estados Unidos (234,4 milhões), Japão (89 milhões) e Índia (86,2 milhões). Somados à Alemanha, o país europeu de maior número de usuários (61,9 milhões), correspondem a mais da metade do total mundial, quase 833 milhões (51,4%). O Brasil é o 5º país do mundo em número total de pessoas que navegam na rede.

 

Na relação entre abrangência de Internet e o PIB, países como o Brasil, Colômbia e Peru apresentaram índices bem acima do esperado. O contrário acontece com Argentina, Chile, México, Uruguai e, em especial, Venezuela que, para os seus PIBs, apresentaram baixos números de usuários.

 

O estudo também revelou que, em 2008, 62% dos acessos a Internet no mundo foram feitos por banda larga. A América Latina apresenta a maior porcentagem, 79,2%. Entre os países avaliados, 19 têm mais de 90% das conexões em banda larga. A Coréia tem 100%, Suíça, França, Estados Unidos e Portugal têm 99% ou mais e Espanha tem 96,8%. O Chile é o único país latino-americano nessa categoria, com 97,5% de suas conexões feitas por banda larga. A maior parte dos países da América Latina está na faixa entre 70% a 80% dos seus acessos feitos por banda larga. Em primeiro lugar, Colômbia (88,8%), seguido de Venezuela (85,4%), Brasil (84,9%), Uruguai (80,1%), México (80%) e Argentina (72,4%).

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