Qual o perfil da mulher brasileira?

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O Dia Internacional da Mulher é celebrado no dia 8 de março e para entender um pouco mais sobre a mulher brasileira, a Ipsos MediaCT acaba de divulgar uma pesquisa sobre os diferentes perfis que existem no país. No material, é possível identificar as mulheres por diversas categorias, como dedicadas, contemporâneas, absolutas, elites, batalhadoras, consumistas, esforçadas, conservadoras, bem nascidas, tecnológicas, conformadas, novas alternativas e ambiciosas. Dentro da categoria tecnológicas, as paulistanas aparecem no topo do ranking com 40%, elas adoram a realidade do mundo virtual, interessam-se por computadores, videogames, automóveis, esportes, humor, passatempo e por todo tipo de gadget eletrônico. 
 
As mulheres que são de Porto Alegre e São Paulo são as mais ambiciosas e empatam com 19% cada. São mulheres mais focadas na vida profissional e toda a sua vida gira em torno disso. Tendem a ser mais práticas, concentrando-se em tecnologia, economia, finanças, política e mercado de trabalho, na medida em que esses assuntos interessam ou impactam sobre o seu projeto de vida. Em Porto Alegre, concentra-se a maior quantidade de Novas Alternativas, 25% da categoria. Elas são mulheres independentes que seguem o estilo de vida que consideram correto, mesmo que não seja aquele seguido pela maioria. Também são consideradas empreendedoras e ambiciosas, ainda que à sua maneira, sempre conectadas com os seus valores e ideais de vida. As paulistanas (24%), cariocas (18%) e cearenses (10%) são as mais  Batalhadoras. Elas dedicam muito tempo e esforços aos afazeres domésticos e, muitas vezes, combinam esses afazeres com alguma outra atividade, que colabora com o sustento do lar. 
Outra curiosidade nesta mesma pesquisa, é que dentro dos 13 mercados pesquisados foi identificado que Brasília tem a maior concentração de mulheres na classe A com 14%.  As mulheres da classe B estão em Florianópolis com 43%. Já Salvador, Rio de Janeiro e Recife possui a maior concentração de mulheres da classe C cada uma com 56%. “A presença da mulher na sociedade é de extrema importância. Muita coisa mudou após elas lutarem por melhores condições de vida e trabalho, claro que ainda há muito o que melhorar. Hoje, elas são as responsáveis por importantes decisões no ambiente de trabalho e no ambiente familiar”, afirma Diego Oliveira, diretor de contas da Ipsos MediaCT.