São Paulo é campeã de compras on-line

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A cidade de São Paulo é a primeira da lista dos municípios que mais movimentam o comércio eletrônico no Brasil, cuja previsão de compras é de R$ 5,6 bilhões pela internet em 2014, correspondendo a mais de 30% de toda a transação do Estado. O ticket médio é de R$ 233,51 e a taxa de conversão é de 1,23%. Os paulistanos devem fechar o ano com mais de 24 milhões de pedidos online. Os números são da pesquisa “Mapa do Ecommerce no Brasil”, elaborado pela Conversion, que analisou mais de 100 milhões de visitas em lojas virtuais nacionais e montou um ranking com as 100 cidades que mais movimentam o comércio eletrônico no Brasil.
 
Segundo o levantamento, as empresas que atuam com e-commerce no Brasil devem atingir o patamar de 130 milhões de pedidos até o final do ano. A previsão é que as lojas virtuais totalizem cerca de 13 bilhões de visitas de consumidores em 2014. O ticket médio atual é de R$ 292,47 e taxa de conversão de 1,04%. O tempo médio de visita dos compradores brasileiros é de pouco mais de três minutos.
 
A segunda cidade no ranking é o Rio de Janeiro, com R$ 3,8 bilhões de negócios até o fim do ano. Já o ticket médio é maior em comparação com São Paulo e atinge a cifra de R$ 320,60, e a taxa de conversão é de 1,26%. A cidade deve gerar mais de 12 milhões de pedidos em 2014.
 
Embora a previsão de vendas para Belo Horizonte seja de R$ 2,3 bilhões (terceira do país), o ticket médio é maior do que o apurado em São Paulo, com R$ 305,96, e a taxa de conversão é de 1,17%. A capital mineira será responsável por mais de 7,5 milhões de pedidos pela Internet.
A pesquisa ainda aponta que o uso de celulares e tablets para compras virtuais é cada vez maior no Brasil. Um em cada cinco visitantes no comércio eletrônico já utiliza dispositivo móvel, sendo que mais de 10% das vendas pela internet são efetuadas por esses equipamentos portáteis. A busca orgânica lidera o ranking de gerador de receita, responsável por 34,6% das vendas das lojas virtuais. Em seguida estão os links patrocinados (23,5%) e o tráfego direto (20%). As redes sociais são responsáveis por apenas 2,6% do tráfego dos sites, enquanto o e-mail marketing fica com 6,3%.