Sem ponto final

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Em 2010, os institutos Akatu e Ethos divulgaram pesquisa abordando hábitos de consumo brasileiros e preocupação com sustentabilidade. O estudo mostrou que, independente da camada social, uma em cada três pessoas realiza “compras conscientes”. Além disso, mais de 30% dos entrevistados disseram participar do debate sobre responsabilidade social empresarial e afirmaram já ter mudado os hábitos de consumo em consequência disso. Em concordância com esses números, a Tim acredita que, cada vez mais, as pessoas passarão a optar por empresas com proposta sustentável. De acordo com a empresa, quem investir nesse modelo terá os clientes fidelizados.

 

A operadora explica que a busca por uma gestão sustentável não é consolidada a partir de uma única ação, mas uma discussão em que sempre haverá novas iniciativas a se tomar. Por este motivo, foi criada, em 2006, uma área de sustentabilidade, responsável não apenas pelo desenvolvimento de projetos, como também pela medição de indicadores e pela fiscalização do andamento das iniciativas. Além disso, foi notada a necessidade de deixar claras aos clientes as ações tomadas. A solução foi desenvolver anualmente um relatório de sustentabilidade deixá-lo disponível à consulta em seu portal.

 

Entre as ações, nos últimos anos, para aproveitar melhor energia e água, foram implantadas ações como desligamento dos computadores após o expediente, luzes com sensores de presença, monitoramento do sistema de ar condicionado, uso de torneiras com sistema de timer, vasos sanitários com descarga automática, entre outras. Com isso, foi possível economizar 22 metros cúbicos de água no último ano. Quanto aos cuidados com o lixo, desde o início das operações no Brasil, a empresa disponibiliza pontos de coleta de baterias, aparelhos e outros acessórios eletrônicos. Também participa dos projetos Recarregue o Planeta e Papa-Pilhas. Em 2010, esses foram recolhidas 14,61 toneladas de lixo eletrônico.

 

Em 2009, para diminuir o uso de papel, as faturas passaram a ser impressas em material proveniente de manejo florestal, com certificado FSC (Forest Stewardship Council). Já os documentos da área de comunicação passaram a ser feita com material reciclável. Com essas mudanças e as iniciativas de conscientização, papel para a folheteria de marketing e faturamento, setores que correspondem a 89,40% de todo o consumo na empresa, teve uma redução de 36,05% em 2010 comparado a 2009. Nos escritórios, a redução do consumo de papel foi de 34,16%.

 

As iniciativas resultaram na presença da empresa, pelo quarto ano consecutivo, na carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BM&F Bovespa e, pelo segundo ano consecutivo, na Carteira do Índice Carbono Eficiente (ICO2).