Startups de hoje, gigantes no futuro?

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Muito se fala que os jovens de hoje são o futuro da nação. E de fato são, da mesma forma que são os novos empreendedores que revolucionam o mercado e trazem as inovações, marcando as transformações passadas pelo meio corporativo. Vide a história de grandes empresas, como Microsoft, Apple ou Facebook, que representam, inclusive, a evolução social. Cada um com suas particularidades, essas gigantes têm em comum o fato de terem sido criadas por jovens, que possuíam, antes de tudo, muito conhecimento, ideias e a percepção de como conseguir inovar na sociedade. “Às vezes, até pode soar como lendas urbanas, mas muitas das grandes empresas de Internet que vemos hoje foram criadas por jovens nerds em garagens ou dentro dos dormitórios de faculdades”, conta Arthur Farache, CEO da startup de crédito para empresa Intoo.
Por mais que pareçam histórias raras, Farache explica que, por conta da evolução da Internet e as tecnologias mais acessíveis, hoje, tornou-se mais fácil e possível para que outros novos empresários consigam colocar em prática suas ideias de negócios. Ainda mais quando são criados com o objetivo de resolverem algum problema existente no mercado e na sociedade ou com a missão de antecipar tendências, com produtos inovadores, que trazem às pessoas novas necessidades à suas vidas. Já representando o futuro do mercado, as startups estão cada vez mais conquistando espaço.
Para o executivo, mais do que ser fruto de oportunidades de mercado, as startups são importantes pela vantagem de servirem como forma de resolverem necessidades. “São brechas ainda não atendidas em mercados grandes o suficiente que justifiquem uma empresa focada em um único produto, que haja certa quantidade de players dispostos a pagar por esse produto”, diz. Aliás, propor um produto diferencial deve ser também uma das funções dessas novas empresas, já que, com o mercado saturado, elas devem se preocupar pela sua posição com outras startups, que surgem a todo instante, e com negócios já consolidados. “A melhor forma de fidelizar o cliente é fornecer um produto ou serviço dez vezes melhor do que o concorrente.”
Mais do que qualquer outro tipo de negócio, a fidelização nas startups é um processo crucial para que consigam uma existência mais longa e bem-sucedida. Sejam os seus clientes os consumidores comuns ou o mundo corporativo, muitos ainda possuem receio quanto à qualidade do serviço pelas novas empresas e faz parte do desafio delas mostrar que são consistentes e irão entregar aquilo que foi prometido. No caso da Intoo, Farache conta que houve um longo processo de aprendizado, bem como um teste de motivação. “Durante a criação e seus primeiros passos eu e meu sócio Bruno, fomos impelidos a aprender rapidamente sobre muitos assuntos relacionados à empresa e, por outro lado, fomos também testados inúmeras vezes em relação ao propósito que nos fazia perseverar e continuar trabalhando duro”, comenta. A startup tem como trabalho ajudar empresas a conseguirem capital de giro e anteciparem recebíveis. “Temos convênio com mais de 45 instituições financeiras, que dão crédito à empresas. Portanto, economizamos muito tempo e dinheiro para as empresas que precisam de crédito, porque fazemos boa parte do trabalho duro em reunir informações e enviar às instituições financeiras adequadas ao perfil de cada empresa.”

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