Vendas no porta a porta crescem no país

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Comparado o ano móvel de maio de 2013 a maio de 2014, a venda porta a porta cresceu 29,1%. Já os supermercados de vizinhança e lojas de conveniência cresceram 27,7%, em valor. As grandes redes de supermercado não ficaram para trás, com +22% e as farmácias e perfumarias com +16,5%. O varejo tradicional registrou um crescimento de 11%. Os supermercados independentes 7,8% e os atacarejos 5,4%. O único canal que apresentou queda foi o hipermercado, com 3,4% em valor. 
Os dados pertencem ao estudo Retail Book, da Kantar Worldpanel, um levantamento que funciona como um guia sobre o varejo brasileiro, cujo principal objetivo é mostrar o desempenho dos canais de compra e o perfil dos consumidores no Brasil. O Retail Book também tem o papel de auxiliar a tomada de decisões estratégicas das empresas que atuam no setor. 
A pesquisa ainda mostrou que quando questionada a fidelidade do consumidor aos canais de compra, os supermercados independentes se destacam com 31,7%, seguidos pelas grandes redes de supermercados com 31,5%. Quase a mesma porcentagem dos consumidores é registrada pelo varejo tradicional, 31,2%, enquanto 17,1% frequentam o atacarejo. Os hipermercados são responsáveis por 4,1% do gasto do consumidor, e os supermercados de vizinhança 11,1%. O porta a porta absorve 7,3% do consumo de seus clientes e as farmácias e perfumarias com 4,1%.
 
Quando o assunto são as cestas mais vendidas em cada ponto de venda, a de mercearia seca se destaca em canais como: hipermercados, grandes redes de supermercados, supermercados de vizinhança, redes independentes, varejo tradicional e atacarejo. Já a cesta de perfumaria se destaca nas vendas porta a porta e nas farmácias e perfumarias. 
 
Segundo o levantamento, quando o assunto é consumo imediato, 88,6% dos consumidores preferem ir até o varejo tradicional. Quando surge alguma necessidade especial, esse canal de compra ainda é o preferido de 36% da população, seguido do supermercado independente, com 14,4%. Outros 27,8% também preferem fazer suas compras de reposição em canais de varejo tradicional e 24,4% nos supermercados independentes. Já para as compras de abastecimento, 32,8% optam pelos supermercados independentes, seguido das grandes redes de supermercados, com 24,7%.